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Criança é ferida por bala durante operação policial no Complexo do Chapadão

Criança é atingida por bala em operação da Polícia Militar no Complexo do Chapadão; moradores relatam momentos de pânico e terror.

Fachada do hospital Albert Schweitzer — Foto: Reprodução
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Uma criança de 12 anos foi baleada na pelve durante uma operação da Polícia Militar no Complexo do Chapadão, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A ação, que aconteceu na manhã de segunda-feira, tinha como objetivo remover barricadas feitas por criminosos e resultou em troca de tiros. O menino foi levado ao Hospital Municipal Albert Schweitzer após ser socorrido por moradores e seu estado de saúde é considerado estável. Moradores relataram momentos de pânico, descrevendo a situação como uma guerra e muitos se deitaram no chão para se proteger. O caso está sendo investigado pela polícia e ainda não há informações sobre prisões ou apreensões.

Uma criança de 12 anos foi baleada na pelve durante uma operação da Polícia Militar no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira. A ação, realizada por equipes do 41º BPM (Irajá), visava a retirada de barricadas montadas por criminosos. A operação resultou em uma intensa troca de tiros.

O disparo que atingiu a criança ainda está sendo investigado. A PM foi informada sobre a entrada do menino no Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, após ter sido socorrido inicialmente por moradores e levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Costa Barros. A Secretaria Municipal de Saúde confirmou que o estado de saúde da criança é estável.

Reação da Comunidade

Moradores da comunidade relataram momentos de pânico durante a operação. Nas redes sociais, muitos compartilharam vídeos e mensagens sobre o intenso barulho dos disparos. Uma moradora descreveu a situação como “uma guerra”, enquanto outro morador contou que se deitou no chão com seus filhos para se proteger. “Foram minutos de terror. A gente só ouvia rajadas”, relatou.

O caso foi registrado na 33ª DP (Realengo) e será investigado pela 39ª DP (Pavuna). Até o momento, não há informações sobre prisões ou apreensões relacionadas à operação. A situação continua a gerar preocupação entre os moradores da região, que vivem sob a constante ameaça da violência.

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