A 29ª Parada do Orgulho LGBT+ em São Paulo aconteceu no último domingo e reuniu cerca de 48.747 pessoas na Avenida Paulista, com o tema “Envelhecer LGBT+: Memória, Resistência e Futuro”. O evento destacou a importância do envelhecimento na comunidade LGBTQ+ e incentivou os participantes a usarem leques, que se tornaram um símbolo de resistência. Entre os presentes, o ator Marco Nanini foi aplaudido ao segurar uma bandeira do Orgulho. A Parada gerou R$ 548,5 milhões para a economia local e, embora a maioria dos participantes fosse jovem, muitos idosos também compareceram. A cantora Ludmilla foi uma das atrações principais, junto com outros artistas como Pedro Sampaio e Banda Uó. Durante o evento, parlamentares de esquerda falaram sobre direitos LGBTQ+ e a vereadora Luana Alves destacou a importância da visibilidade das identidades. O leque, que tem raízes na cultura drag, foi vendido por até R$ 50. Famílias também estiveram presentes, refletindo a diversidade da comunidade. O advogado Tiago Costa falou sobre a solidão dos mais velhos, enquanto a atriz Isabela Moreira dos Santos ressaltou a importância de ouvir suas histórias. A Parada, organizada pela APOLGBT-SP, contou com 17 trios e DJs, mas o prefeito Ricardo Nunes não compareceu, pois estava em viagem à Itália. O evento reafirmou a necessidade de respeito à diversidade em todas as idades.
A 29ª Parada do Orgulho LGBT+ em São Paulo, realizada no último domingo, atraiu cerca de 48.747 pessoas à Avenida Paulista, com o tema “Envelhecer LGBT+: Memória, Resistência e Futuro”. O evento destacou a importância do envelhecimento na comunidade LGBTQ+ e convocou os participantes a levarem leques, que se tornaram um símbolo de resistência.
Entre os presentes, o ator Marco Nanini, conhecido por seu papel em “A Grande Família”, foi aplaudido ao segurar uma bandeira do Orgulho. O evento, que gerou uma injeção de R$ 548,5 milhões na economia local, teve como foco a construção de um legado para as novas gerações da comunidade. Apesar do tema, a maioria dos participantes era jovem, mas muitos idosos também marcaram presença.
Atrações e Discursos
A cantora Ludmilla foi uma das principais atrações, se apresentando no trio da Amstel. Outros artistas como Pedro Sampaio, Banda Uó e Pepita também animaram o público. Durante o evento, parlamentares de esquerda discursaram, abordando questões como o fim da escala 6×1 e a defesa dos direitos LGBTQ+. A vereadora Luana Alves enfatizou a importância de manter as identidades visíveis nas ruas.
O leque, que tem raízes na cultura drag e ballroom, foi amplamente utilizado, simbolizando resistência e expressão. Vendedores ambulantes comercializaram o acessório por até R$ 50. A presença de famílias, como a de Jarbas e Mikael Bitencourt com sua filha Antonella, também foi notável, refletindo a diversidade da comunidade.
Reflexões sobre Envelhecimento
O advogado Tiago Costa destacou a solidão enfrentada pela população LGBTQ+ mais velha, enquanto a atriz Isabela Moreira dos Santos ressaltou a importância de ouvir as histórias de idosos para aprender sobre resistência. O evento não apenas celebrou a diversidade, mas também trouxe à tona os desafios enfrentados por múltiplas minorias.
A Parada, organizada pela Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP), contou com 17 trios e DJs de festas renomadas. O prefeito Ricardo Nunes não compareceu, pois estava em viagem à Itália. O evento, que se consolidou como um marco na luta pelos direitos LGBTQ+, reafirmou a necessidade de visibilidade e respeito à diversidade em todas as idades.
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