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Polícia detém suspeito de aliciar criminosos do Pará para a Região dos Lagos

Bruno dos Santos Azevedo, líder de facção criminosa, foi preso em Saquarema com armamento e drogas, ampliando a preocupação com o tráfico na região.

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Bruno dos Santos Azevedo, conhecido como BR ou Índio Mau, foi preso em Saquarema e é considerado um dos líderes de uma facção criminosa na Região dos Lagos. Ele estava com um fuzil, munição e drogas, e tinha um mandado de prisão por tráfico de drogas. Bruno é investigado por ter recrutado bandidos do Pará, que foram mortos em um confronto com a polícia no ano passado enquanto tentavam expandir o tráfico na região. A prisão dele ocorreu durante a Operação Antevéspera, que durou três meses, e também levou à identificação de mais cinco pessoas do Pará que estavam na área para fortalecer a facção. A polícia informou que a quadrilha intimidou a população local ao invadir um sítio em uma área de mata.

Policiais civis da 124ª DP (Saquarema), com apoio da PM, prenderam Bruno dos Santos Azevedo, conhecido como BR ou Índio Mau, nesta quinta-feira. Ele é considerado um dos líderes de uma facção criminosa na Região dos Lagos e estava em Jaconé.

Com ele, foram apreendidos um fuzil, munição e drogas. Bruno tinha um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas e é investigado por recrutamento de bandidos do Pará. A polícia aponta que ele atuava como braço de guerra da quadrilha no Complexo de Saquarema.

As investigações revelam que Bruno pode estar envolvido no recrutamento de cinco criminosos paraenses, mortos em um confronto com a polícia em dezembro do ano passado. Esses indivíduos estavam em Saquarema para expandir o tráfico de drogas na região.

A Operação Antevéspera, que resultou na prisão de Bruno, foi desencadeada após três meses de investigações. Durante a operação, a polícia também identificou três homens e duas mulheres do Pará, que tinham como objetivo aumentar a atuação da facção no local.

A quadrilha, segundo a polícia, invadiu um sítio em uma área de mata, intimidando a população local. Entre os mortos no confronto estava Washington Pereira Rodrigues, conhecido como Parazinho, apontado como chefe do Comando Vermelho em seu estado natal.

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