Uma pintura budista sagrada, que foi roubada em 1989 do templo Bomunsa, na Coreia do Sul, foi devolvida em uma cerimônia no Smart Museum of Art, em Chicago, em novembro de 2023. A obra estava desaparecida por muitos anos e foi encontrada após uma pesquisa que a identificou no acervo do museu. O templo foi saqueado durante uma tempestade, quando ladrões se disfarçaram de peregrinos e levaram quatro pinturas. Duas delas foram recuperadas em 2014, mas as outras duas ficaram sumidas. Em 2023, autoridades coreanas descobriram que uma das pinturas estava catalogada de forma errada no museu. O presidente da Ordem Jogye pediu a devolução da obra, e a diretora do museu, Vanja Malloy, supervisionou o processo, que incluiu uma doação de 2,45 milhões de dólares para melhorar a pesquisa sobre a origem das obras de arte. Durante a devolução, monges da Ordem Jogye rezaram ao ver a pintura, que retrata as divindades Indra e Kumara. Malloy ressaltou a importância de reconhecer o valor cultural e religioso das obras em museus ocidentais. O Smart Museum também prometeu atualizar suas políticas sobre a origem das obras, mostrando uma mudança nas diretrizes de aquisição. A pintura agora está segura no templo Bomunsa, junto com as outras obras recuperadas, representando um retorno importante para a comunidade budista.
Uma pintura budista sagrada, roubada em 1989 do templo Bomunsa, na Coreia do Sul, foi devolvida em uma cerimônia emocionante no Smart Museum of Art, em Chicago, em novembro de 2023. A obra, que estava desaparecida por anos, foi identificada após uma pesquisa que revelou sua presença no acervo do museu.
O templo Bomunsa foi alvo de um saque durante uma tempestade, quando ladrões se passaram por peregrinos e levaram quatro pinturas. Duas delas foram recuperadas em 2014, mas as outras duas permaneceram desaparecidas. O abade do templo, Ham Tae-wan, expressou sua angústia por não ter conseguido proteger as obras, que são consideradas objetos de fé.
Em 2023, autoridades coreanas descobriram que uma das pinturas estava catalogada incorretamente no Smart Museum. O presidente da Ordem Jogye, Jinwoo, contatou o museu solicitando a devolução da obra. A diretora do museu, Vanja Malloy, supervisionou o processo de restituição, que incluiu uma doação de US$ 2,45 milhões para melhorar a pesquisa sobre a procedência de obras de arte.
Durante a devolução, monges da Ordem Jogye ajoelharam-se e rezaram ao ver a pintura, que foi identificada como “Sinjungdo”, retratando as divindades Indra e Kumara. Malloy destacou a importância de reconhecer o valor cultural e religioso das obras em museus ocidentais. A devolução da pintura é um exemplo de como instituições culturais podem reconstruir relações com comunidades de outras partes do mundo.
O Smart Museum também se comprometeu a atualizar suas políticas de procedência, refletindo uma mudança nas diretrizes de aquisição de obras de arte. A pintura agora está em segurança no templo Bomunsa, junto com as outras obras recuperadas, simbolizando um retorno significativo para a comunidade budista.
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