No último fim de semana, moradores da Barra da Tijuca relataram a presença de vários balões no céu, com alguns caindo em áreas residenciais. Um incidente grave ocorreu quando um balão foi reacendido por um grupo de pessoas em um terreno baldio, causando confusão e a intervenção da polícia. No mesmo dia, a polícia apreendeu dois balões nas proximidades da Avenida das Américas. A prática de soltar balões é considerada crime ambiental no Brasil, com penas que podem chegar a três anos de prisão. Em Taubaté, São Paulo, um balão em chamas caiu em um condomínio, provocando um princípio de incêndio, mas ninguém ficou ferido. As equipes de emergência monitoraram outros balões que ainda estavam no ar na região. A polícia está investigando a fabricação e soltura de balões, que representa riscos de incêndios e acidentes aéreos. Além disso, há indícios de que quadrilhas estão envolvidas nessa prática, e a população pode denunciar casos ao Disque Denúncia.
O céu da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, foi invadido por balões no último fim de semana, gerando preocupação entre os moradores. Entre sábado (17) e a madrugada de segunda-feira (19), relatos indicam a presença de até 15 balões em diferentes pontos do bairro. Um incidente grave ocorreu quando um balão caiu em um terreno baldio ao lado do condomínio Golden Green. Moradores relataram que cerca de 30 pessoas invadiram o local, reacenderam o balão e o soltaram novamente, provocando confusão até a chegada da Polícia Militar.
No domingo (18), outro balão caiu próximo ao shopping Downtown. Nesse mesmo dia, a Polícia Militar apreendeu dois balões na Avenida das Américas, que foram levados à 16ª Delegacia de Polícia (Barra da Tijuca) para investigação. A prática de soltar balões é considerada crime ambiental no Brasil, com pena de detenção de um a três anos. A legislação visa prevenir incêndios e acidentes aéreos.
Moradores expressam insegurança nas redes sociais. Um relato destaca que a invasão de pessoas em busca de balões já causou danos à propriedade de um residente. A Polícia Militar, em parceria com o Comando de Policiamento Ambiental (CPAm), intensifica ações para coibir a prática, incluindo investigações sobre locais de fabricação e armazenamento de balões.
Incidentes em Taubaté e Niterói
Em Taubaté, São Paulo, um balão em chamas caiu em um condomínio, provocando um princípio de incêndio. Moradores conseguiram controlar as chamas antes da chegada do Corpo de Bombeiros. O incidente envolveu quatro balões que sobrevoaram a região do Vale do Paraíba, sendo monitorados por equipes de emergência.
Na Região Oceânica de Niterói, policiais do 12º Batalhão de Polícia Militar (Niterói) apreenderam um balão em Itacoatiara. O período de abril a agosto é considerado a alta temporada para a soltura de balões, mas a prática continua a representar riscos significativos, como incêndios e acidentes aéreos.
A Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) já investiga a possível associação de quadrilhas de baloeiros com atividades criminosas. O Disque Denúncia lançou a campanha Disque Balão, que recebe denúncias sobre a fabricação e soltura de balões, reforçando a importância da participação da população na prevenção desses crimes ambientais.
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