Malcolm X, um importante líder muçulmano e ativista dos direitos civis, foi assassinado em 1965 em Nova York. Este ano, o centenário de seu nascimento é celebrado com eventos em vários estados, especialmente no Harlem, onde ele se destacou. A área, que passou por gentrificação, ainda guarda memórias dele. Embora as ruas não tenham muitas referências visuais a Malcolm X, moradores compartilham suas histórias sobre ele. O antigo hotel Theresa, onde ele trabalhou, é um marco histórico. Pessoas que vivem na região falam sobre a influência de Malcolm X em suas vidas, destacando sua luta e coragem. O Audubon Ballroom, onde ele foi assassinado, não foi tombado, mas seu exterior foi restaurado e abriga um arquivo sobre sua vida, apoiado por sua família.
Malcolm X é lembrado em eventos pelo centenário de seu nascimento
Uma série de eventos celebra o centenário de Malcolm X, líder muçulmano e ativista dos direitos civis, nesta segunda-feira, 19 de maio de 2025. As comemorações ocorrem em vários estados dos Estados Unidos, com destaque para o Harlem, onde ele se tornou uma figura proeminente.
A distância entre o local do assassinato de Malcolm X, no Audubon Ballroom, e o cruzamento do boulevard que leva seu nome é de 4,5 quilômetros. O Harlem, embora gentrificado, ainda preserva a memória do ativista, com moradores compartilhando suas histórias sobre seu legado.
Vendedores ambulantes e grandes cadeias de lojas dominam a rua 125, mas os residentes ainda falam de Malcolm X com reverência. Um zelador local destaca a importância do antigo hotel Theresa, onde Malcolm X fundou a Organização da Unidade Afro-Americana. O hotel, que já hospedou figuras como Fidel Castro e Nikita Kruschev, é um marco da história afro-americana.
Kay, uma moradora, expressa que a memória de Malcolm X é uma tradição familiar. Ela observa que a forma como essa memória é preservada varia entre diferentes grupos raciais. Outro residente, Godwyn, menciona que a identidade muçulmana de Malcolm X é fundamental para sua lembrança.
O Audubon Ballroom, onde Malcolm X foi assassinado em 21 de fevereiro de 1965, não foi tombado, mas seu exterior foi restaurado. O local abriga agora um arquivo dedicado ao ativista, uma iniciativa da sua viúva, Betty Shabazz, que faleceu em 1997.
As celebrações do centenário de Malcolm X refletem sua importância cultural e histórica, mesmo em um Harlem que mudou significativamente ao longo das décadas.
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