Uma passageira brasileira foi contida em um voo da American Airlines que partia de São Paulo para Nova York no dia 24 de abril. O voo, que estava atrasado, gerou irritação entre os passageiros. A mulher tentou acessar a cabine dos pilotos para perguntar sobre o atraso, mas foi interpretada pelos comissários como uma tentativa de invasão. Eles a imobilizaram e a jogaram no chão, enquanto ela proferia xingamentos e ameaças. O tumulto foi gravado e o vídeo viralizou nas redes sociais. Após o incidente, a aeronave retornou ao portão de embarque por questões de segurança, e a mulher, junto com outro passageiro envolvido, foi expulsa do voo. A American Airlines confirmou o ocorrido e destacou que a segurança dos passageiros é uma prioridade. O voo finalmente decolou com um atraso de mais de duas horas.
Uma passageira brasileira foi contida durante um voo da American Airlines após tentar acessar a cabine dos pilotos. O incidente ocorreu no dia 24 de abril, no voo AA950, que partia do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, com destino ao Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York. O atraso na decolagem gerou irritação entre os passageiros, levando a mulher a questionar os pilotos sobre a situação.
Os comissários de bordo interpretaram a ação como uma tentativa de invasão da cabine. A mulher foi imobilizada e derrubada no chão, gerando uma discussão acalorada. Durante o tumulto, ela proferiu xingamentos e ameaças aos comissários, incluindo termos homofóbicos. O vídeo do incidente viralizou nas redes sociais, mostrando a tensão a bordo.
A American Airlines confirmou que o voo retornou ao portão de embarque por questões de segurança. Em nota, a companhia destacou que a segurança de seus clientes e equipe é a “prioridade máxima”. Tanto a passageira quanto outro homem envolvido na confusão foram expulsos da aeronave. A situação foi acompanhada pela polícia, que tomou as medidas necessárias.
Após o retorno ao portão, o voo decolou novamente às 00h55 do dia seguinte, com um atraso de mais de duas horas. A companhia não divulgou o número exato de passageiros retirados. O Aeroporto Internacional de Guarulhos informou que, em casos como este, a responsabilidade pela resolução é da companhia aérea.
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