Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Gangs atacam cidade no Haiti e deixam mortos e feridos em meio a violência crescente

Gangues atacam Petite Rivière, no Haiti, deixando quatro mortos e 15 feridos. A violência se intensifica, enquanto líderes de gangues exigem fechamento de negócios.

0:00
Carregando...
0:00

Gangues atacaram a cidade de Petite Rivière, no Haiti, matando pelo menos quatro pessoas, incluindo uma criança de 11 anos, e ferindo 15. O ataque aconteceu na quinta-feira, e a polícia ainda estava lidando com os membros da gangue na segunda-feira. A cidade ficou sem energia elétrica, dificultando a comunicação. A situação é crítica, já que 85% de Port-au-Prince está sob controle de gangues. Além disso, na segunda-feira, o líder da gangue Ti Bois anunciou uma greve de três dias em Carrefour, exigindo o fechamento de negócios, permitindo apenas o funcionamento de hospitais e serviços de emergência. O governo haitiano não quer negociar com as gangues, enquanto uma missão da ONU enfrenta dificuldades para conter a violência, que resultou em mais de 5.600 mortes no último ano e deixou mais de um milhão de pessoas desabrigadas.

Gangues atacam Petite Rivière no Haiti, deixando mortos e feridos

Gangues atacaram a cidade de Petite Rivière, no Haiti, resultando na morte de pelo menos quatro pessoas, incluindo uma criança de 11 anos. O ataque ocorreu na quinta-feira, e até a segunda-feira, a polícia ainda enfrentava os membros da gangue, segundo a ativista de direitos humanos Bertide Horace.

O ataque deixou 15 feridos e mais de uma dúzia de casas queimadas. Horace relatou que a cidade estava sem energia elétrica, dificultando a comunicação. A situação em Petite Rivière se agrava em meio à crise de segurança que afeta o país, onde 85% de Port-au-Prince está sob controle de gangues.

Greve em Carrefour

Na segunda-feira, Chrisla, líder da gangue Ti Bois, anunciou uma greve de três dias no bairro de Carrefour, exigindo o fechamento de negócios. Apenas hospitais e serviços de emergência estão autorizados a operar. Chrisla declarou que deseja um novo Haiti, onde todos possam se reunir para a reconciliação nacional.

O governo haitiano tem se recusado a negociar com as gangues, enquanto uma missão da ONU, liderada por policiais quenianos, enfrenta dificuldades para conter a violência. No último ano, mais de 5.600 pessoas foram mortas em decorrência da violência das gangues, que também deixaram mais de um milhão de pessoas desabrigadas.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais