A reconstituição do assassinato de Vitória Regina de Sousa aconteceu em Cajamar, São Paulo, nesta quinta-feira. Vitória, de 17 anos, foi morta em 27 de fevereiro após sair do trabalho. O principal suspeito, Maicol Santos, de 23 anos, confessou o crime, mas não participou da reconstituição. A polícia usou tecnologia avançada, como scanners 3D e drones, para simular o trajeto que Vitória fez até o local onde seu corpo foi encontrado. A investigação está tentando descobrir se Maicol teve ajuda de outras pessoas. A perícia mostrou que Vitória foi morta com três facadas e não houve sinais de violência sexual. Vestígios de sangue dela foram encontrados no carro e na casa de Maicol. A defesa dele contesta a confissão, alegando que foi feita sem advogados. A família de Vitória acredita que mais pessoas estão envolvidas e o pai dela disse que a reconstituição pode ajudar a provar isso. A reconstituição terminou na tarde de quinta-feira, e há expectativa de novos desdobramentos na investigação.
A reconstituição do assassinato de Vitória Regina de Sousa ocorreu nesta quinta-feira (24) em Cajamar, São Paulo. A jovem foi morta em 27 de fevereiro após sair do trabalho. O principal suspeito, Maicol Santos, de 23 anos, confessou o crime, mas não participou da reconstituição.
A polícia utilizou tecnologia avançada, como scanners 3D e drones, para simular o trajeto que Vitória fez do shopping até o local onde seu corpo foi encontrado em uma área de mata. Quatro pontos da cidade foram percorridos, incluindo dois pontos de ônibus e a casa do suspeito. A investigação busca determinar se Maicol teve ajuda de outros indivíduos.
A perícia do Instituto Médico Legal (IML) revelou que Vitória foi morta com três facadas no rosto, tórax e pescoço, sem indícios de violência sexual. Vestígios de sangue da vítima foram encontrados no carro de Maicol, além de material biológico misturado no porta-malas e na residência dele. A defesa de Maicol contesta a confissão, alegando que ocorreu sem a presença de advogados e em condições inadequadas.
A família de Vitória acredita na participação de outros envolvidos. O advogado dos parentes afirmou que Maicol não agiu sozinho e levantou dúvidas sobre a possibilidade de ele ter limpado o carro sem deixar vestígios. O pai de Vitória, Carlos Alberto Sousa, expressou que a reconstituição é um alívio, pois acredita que a simulação provará a participação de mais pessoas no crime.
A reconstituição foi encerrada na tarde desta quinta-feira, com a expectativa de que novos desdobramentos na investigação possam surgir.
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