A Polícia Militar do Rio de Janeiro prendeu Walace Andrade de Oliveira, suspeito de matar o policial civil João Pedro Marquini durante um latrocínio em março. O crime aconteceu na Zona Oeste, onde a esposa de Marquini, a juíza Tula Melo, também foi atacada, mas conseguiu escapar. Oliveira foi detido em Bangu ao tentar se passar por seu irmão, mas a fraude foi descoberta. Na operação, mais dois homens foram presos e um quarto suspeito morreu em confronto com a polícia. Durante a ação, os policiais apreenderam armas, incluindo um fuzil. As investigações mostram que o latrocínio foi coordenado por um criminoso preso, que teria dado ordens para o ataque. O crime ocorreu em 30 de março, quando Marquini reagiu ao assalto e foi morto. A polícia continua a busca por outros envolvidos.
Polícia prende suspeito de latrocínio que matou policial civil no Rio
A Polícia Militar do Rio de Janeiro prendeu, neste domingo, Walace Andrade de Oliveira, suspeito de envolvimento na morte do policial civil João Pedro Marquini, ocorrida em março. O crime ocorreu durante um latrocínio na Zona Oeste da cidade, onde a esposa da vítima, a juíza Tula Melo, também foi alvo, mas conseguiu escapar.
Oliveira foi detido em Bangu, após tentar se identificar falsamente como seu irmão, Thiago Andrade de Oliveira, fornecendo dados incorretos. A fraude foi descoberta com o apoio da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Militar.
Operação policial resulta em três prisões e um morto
Durante a operação, além de Oliveira, Tailon de Almeida e Rhyan Carlos Carvalho do Nascimento foram presos. Um quarto indivíduo morreu no confronto com os policiais, sendo sua identidade confirmada pelo Instituto Médico Legal (IML). A ação ocorreu após informações sobre um ataque planejado por traficantes do Comando Vermelho contra rivais no Catiri, em Bangu.
Tiroteio e apreensão de armamento
Os agentes interceptaram o veículo dos suspeitos na Rua Roque Barbosa, onde foram recebidos a tiros. Os policiais revidaram, resultando em danos significativos ao carro, que apresentava doze marcas de disparos. No local, foram apreendidos um fuzil e pistolas.
Investigações apontam para coordenação de dentro da prisão
As investigações da Polícia Civil indicam que o latrocínio foi coordenado por Ronaldo Pinto Lima e Silva, conhecido como Ronaldinho dos Tabajaras, que teria dado ordem para o ataque à milícia local no Antares, mesmo estando preso. Anteriormente, Antonio Augusto D’Angelo da Fonseca, também suspeito do crime, foi preso em Copacabana.
O crime ocorreu em 30 de março, quando Marconi e Tula foram surpreendidos por criminosos na Serra da Grota Funda. O policial foi morto ao reagir, enquanto a juíza conseguiu fugir. A polícia continua as investigações para identificar outros envolvidos no caso.
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