As Bahamas, que foram o primeiro lugar onde Cristóvão Colombo chegou nas Américas em 1492, hoje recebem cerca de onze milhões de turistas por ano. Para enfrentar os desafios trazidos pelos furacões, o país está investindo em projetos sustentáveis. Um exemplo é a recuperação de manguezais, que ajudam a proteger as costas. Além disso, áreas antes usadas como lixões agora são espaços de lazer para turistas que se preocupam com o meio ambiente. Um projeto importante é a Island School, que combina educação e turismo, com um laboratório de corais para ajudar na preservação das espécies marinhas. O hotel-escola The Farm, em Eleuthera, cultiva hortaliças usando hidroponia, com o objetivo de reduzir a dependência de alimentos importados e até exportar produtos em breve. Para melhorar a segurança da população, as Bahamas criaram uma Autoridade de Gestão de Risco de Desastres, que oferece treinamento e busca soluções rápidas para minimizar os impactos dos furacões na vida das pessoas e no turismo, que é essencial para a economia local.
Bahamas unem turismo e sustentabilidade para enfrentar furacões
Em 1492, as Bahamas foram o primeiro ponto de chegada de Cristóvão Colombo nas Américas. Hoje, o paraíso caribenho, com mais de 700 ilhas, recebe onze milhões de turistas estrangeiros anualmente, impulsionando uma economia local que busca se adaptar aos crescentes desafios impostos pelos furacões.
O país tem investido em projetos sustentáveis para mitigar os impactos das tempestades, que se tornaram mais frequentes e intensas. A recuperação de manguezais, que funcionam como barreiras naturais contra as ondas, é um exemplo. Antigos lixões foram transformados em áreas de contemplação, atraindo turistas engajados com a preservação ambiental.
Um dos destaques é o complexo Island School, que combina educação e hospitalidade. O local abriga um laboratório de corais, onde espécies ameaçadas são cultivadas para repovoar os oceanos. O hotel, com quartos sustentáveis e vista para o mar, oferece aos visitantes a oportunidade de aprender sobre a importância da conservação marinha.
A autossuficiência alimentar também é uma prioridade. O hotel-escola The Farm, na região de Eleuthera, utiliza estufas climatizadas para cultivar hortaliças por hidroponia, visando reduzir a dependência de importações. A expectativa é exportar tomates e pepinos em até dois anos, impulsionando a economia local e garantindo o abastecimento em caso de desastres naturais.
Para lidar com os riscos, as Bahamas criaram a Autoridade de Gestão de Risco de Desastres, que oferece treinamento e conscientização à população. O investimento em pesquisa e soluções rápidas visa diminuir o impacto dos furacões na vida dos moradores e no turismo, setor vital para a economia do país.
Entre na conversa da comunidade