Um homem de origem libanesa, chamado Mohamad Mourad, foi agredido verbalmente e teve uma bandeira danificada enquanto caminhava na Praia das Astúrias, no Guarujá, no último domingo, 13. Ele estava portando bandeiras da Palestina e do Líbano quando um grupo se aproximou e começou a criticá-lo. Durante a confusão, um dos agressores gritou “Palestina, não!” e danificou uma das bandeiras. Algumas pessoas que estavam por perto tentaram ajudar Mourad, enquanto o grupo jogava objetos contra ele. Mourad disse que estava apenas exercendo seu direito à liberdade de expressão. A Polícia Militar foi chamada, mas chegou após a situação já ter se acalmado. O incidente foi divulgado nas redes sociais pela Federação Árabe Palestina, que informou que os agressores se refugiaram em um condomínio próximo. O caso gerou discussões sobre liberdade de expressão e manifestação política, mas a polícia não confirmou se irá investigar o ocorrido.
Homem é agredido ao portar bandeiras da Palestina e do Líbano em praia de SP
Um homem de origem libanesa foi alvo de agressão verbal e teve uma bandeira danificada enquanto caminhava com símbolos da Palestina e do Líbano em uma praia do Guarujá, no litoral de São Paulo, no domingo, 13. O caso ganhou destaque após a divulgação de um vídeo nas redes sociais.
Mohamad Mourad, o homem agredido, caminhava pela Praia das Astúrias quando foi abordado por um grupo que criticava sua manifestação política. Em um momento tenso, um dos indivíduos confrontou Mourad com a frase “Palestina, não!”, agarrando e danificando uma das bandeiras.
Testemunhas tentaram intervir para acalmar a situação, enquanto o grupo, segundo relatos, chegou a arremessar objetos contra Mourad. O homem afirmou que estava exercendo seu direito à liberdade de expressão. A Polícia Militar foi acionada, mas chegou ao local após o fim da discussão.
A Federação Árabe Palestina (Fepal), entidade que representa a comunidade Palestina no Brasil, divulgou o vídeo do incidente em suas redes sociais há quatro dias. A Fepal informou que os agressores se refugiaram em um condomínio próximo.
O caso gerou repercussão e debate sobre liberdade de expressão e manifestação política. A polícia não informou se irá investigar o caso.
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