Um adolescente chileno foi atingido por um pedestal no Cristo Redentor durante uma ventania. O acidente aconteceu um mês após a morte de um turista no local, que já havia mostrado problemas de infraestrutura. A Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor e o Procon-RJ notificaram a Mitra Arquiepiscopal, pois não havia autorização do Iphan e do Corpo de Bombeiros para eventos no monumento. A montagem de estruturas foi proibida até que a documentação necessária seja apresentada. Também foi solicitada a desmontagem imediata das estruturas ligadas ao acidente. O Cristo Redentor já havia sido interditado em março após a morte de um turista, quando foi constatado que o posto de saúde estava fechado, o que levantou preocupações sobre a segurança no local.
Adolescente chileno é atingido por pedestal no Cristo Redentor
Um adolescente chileno foi atingido por um pedestal no Cristo Redentor, nesta quinta-feira, devido a uma forte ventania. O incidente ocorreu um mês após a morte de um turista no local, que já havia exposto problemas de infraestrutura.
A Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor e o Procon-RJ notificaram a Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro. A avaliação dos órgãos constatou a ausência de autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e do Corpo de Bombeiros para a realização de eventos no platô do monumento.
Montagem de estruturas proibida até apresentação de documentação
A instalação de qualquer estrutura no local foi proibida até que a administração do Cristo Redentor apresente a documentação necessária. Segundo o Secretário de Estado de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, a autorização do Iphan é crucial devido ao tombamento do monumento, e a do Corpo de Bombeiros, para garantir a segurança dos visitantes.
Desmontagem das estruturas vinculadas ao acidente é solicitada
Foi solicitada a desmontagem imediata das estruturas relacionadas ao acidente. A reinstalação só será permitida após a apresentação de um pedido formal de evento e instalações provisórias ao Iphan.
Interdição anterior expôs falhas na infraestrutura
Em 17 de março, o Cristo Redentor foi interditado após a morte de um turista gaúcho, de 54 anos, vítima de infarto nas escadarias do complexo. A interdição anterior revelou que o posto de saúde, que deveria estar em funcionamento no local, estava fechado. A falta de funcionamento do posto de saúde foi um dos pontos críticos levantados na época.
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