Ana Luíza Silva dos Santos, uma estudante de 19 anos, morreu após ser atingida por uma bala perdida durante um confronto entre policiais e suspeitos no bairro da Engomadeira, em Salvador, no último domingo. A Polícia Militar informou que os agentes estavam em patrulhamento quando foram surpreendidos por tiros e, em resposta, dispararam contra os suspeitos. Após a troca de tiros, encontraram Ana Luíza ferida e a levaram ao hospital, mas ela não sobreviveu. A PM lamentou a morte e disse que está apurando os fatos, com os policiais envolvidos prestando depoimento e tendo suas armas recolhidas para perícia. Ana Luíza havia saído de casa para ir ao mercado, segundo seus familiares. Vídeos nas redes sociais mostram o momento em que ela foi colocada na viatura, enquanto moradores demonstravam revolta. Na mesma tarde, houve protestos na região em resposta à tragédia, e a Polícia Civil está investigando o caso.
A estudante Ana Luíza Silva dos Santos, de dezenove anos, morreu após ser atingida por uma bala perdida durante um confronto entre policiais e suspeitos no bairro da Engomadeira, em Salvador, no último domingo (13). A Polícia Militar da Bahia informou que os agentes da 23ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) realizavam patrulhamento quando foram surpreendidos por disparos de um grupo.
Após a troca de tiros, os policiais afirmam que continuaram a busca pelos suspeitos e encontraram Ana Luíza ferida. Ela foi levada ao Hospital Geral Roberto Santos, mas não sobreviveu. A PM lamentou a morte da jovem e solidarizou-se com os familiares, afirmando que os fatos estão sendo apurados conforme os protocolos institucionais.
Os policiais envolvidos prestaram depoimento e tiveram suas armas recolhidas para perícia. A jovem havia saído de casa para ir ao mercado, segundo relatos de familiares. Vídeos nas redes sociais mostram o momento em que Ana Luíza é colocada na viatura, enquanto moradores do bairro demonstram revolta com a ação policial.
Na mesma tarde, moradores da Engomadeira realizaram protestos na estrada das Barreiras, em resposta à tragédia. A Polícia Civil também está investigando o caso, que gerou grande comoção na comunidade e levantou questões sobre a violência na região.
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