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Facções criminosas dominam fornecimento de internet em comunidades brasileiras

Facções criminosas dominam o fornecimento de internet em comunidades brasileiras, ameaçando provedores e gerando insegurança digital.

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Facções criminosas estão expulsando pequenos provedores de internet de comunidades no Brasil para controlar o fornecimento clandestino do serviço. No Rio de Janeiro, mais de 120 investigações foram abertas, enquanto no Pará e no Ceará, ataques a provedores resultaram no fechamento de empresas e na falta de internet para milhares de pessoas. Os criminosos usam ameaças e até incêndios para intimidar as empresas legais. Em áreas dominadas pela facção Terceiro Comando Puro, técnicos são ameaçados de morte se não obedecerem. No Pará, o Comando Vermelho também tem intimidado provedores, e em janeiro, um carro de uma empresa foi incendiado. No Ceará, ocorreram pelo menos 13 ataques em seis semanas, destruindo lojas e expulsando técnicos, deixando cerca de 16 mil moradores sem internet e fechando 15 empresas. As autoridades alertam que as redes clandestinas representam um risco à segurança digital, pois os criminosos podem espionar e aplicar golpes. A Anatel está trabalhando com as forças de segurança para combater esses crimes, e no Ceará, 48 pessoas foram presas por envolvimento nos ataques.

Facções criminosas estão expulsando pequenos provedores de internet de comunidades brasileiras para assumir o controle do fornecimento clandestino do serviço. Recentemente, mais de 120 investigações foram abertas no Rio de Janeiro, enquanto ataques a provedores foram registrados no Pará e Ceará, resultando no fechamento de empresas e na interrupção de serviços para milhares de moradores.

Os criminosos têm utilizado ameaças, extorsões e até incêndios para intimidar empresas legais. Em áreas dominadas pela facção Terceiro Comando Puro (TCP), técnicos são abordados com advertências severas. Um provedor do norte fluminense relatou que, se não atender aos pedidos dos criminosos, seus funcionários podem ser ameaçados de morte. Além disso, mensagens de voz são enviadas a moradores, impondo regras e advertindo sobre consequências.

No Pará, o Comando Vermelho também tem ameaçado provedores. Em janeiro, um veículo de uma empresa foi incendiado em Ananindeua. No Ceará, ao menos 13 ataques ocorreram em seis semanas, resultando na destruição de lojas e na expulsão de técnicos. Aproximadamente 16 mil moradores da cidade de Caridade ficaram sem internet devido a esses ataques, levando ao fechamento de 15 empresas no estado.

As autoridades alertam que o domínio das redes clandestinas representa um risco à segurança digital. Sem regulação, os criminosos podem espionar comunicações e aplicar golpes. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que está colaborando com as forças de segurança para identificar e combater esses delitos. No Ceará, 48 pessoas foram presas suspeitas de envolvimento nos ataques, enquanto a Secretaria de Segurança Pública do Rio mapeou áreas de atuação das facções.

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