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Mulher de Nova Jersey tenta contratar assassino via Tinder para matar ex e filha dele

Mulher de Nova Jersey é presa por tentar contratar um assassino via Tinder para matar ex-namorado e filha. Acusações incluem homicídio e posse de drogas.

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Uma mulher de 26 anos, chamada Jaclyn Diiorio, foi presa em Nova Jersey por tentar contratar um assassino pelo aplicativo Tinder para matar seu ex-namorado, que é policial em Filadélfia, e a filha dele, de 19 anos. Ela pagou 500 dólares a um informante que se passou por um assassino. Durante as conversas, Diiorio disse que queria que o ex-parceiro e a filha fossem mortos e ofereceu 12 mil dólares pelo serviço. Ela foi detida em Gloucester Township, a cerca de 24 quilômetros de Filadélfia, e estava com uma garrafa de pílulas que acredita-se serem alprazolam, um remédio para ansiedade. Diiorio enfrenta acusações de tentativa de homicídio, conspiração para cometer homicídio e posse de substância controlada. O juiz negou seu pedido de fiança e ela permanecerá presa até o próximo julgamento, marcado para 11 de junho.

Uma mulher de Nova Jersey, Jaclyn Diiorio, de 26 anos, foi presa por tentar contratar um assassino via Tinder para matar seu ex-namorado, um policial de Filadélfia, e sua filha de 19 anos. A prisão ocorreu após Diiorio pagar R$ 500,00 a um informante, conforme um relatório do escritório do promotor de Camden County.

Diiorio se conectou com o informante no aplicativo de namoro e, durante conversas, expressou seu desejo de assassinar o ex-parceiro e a filha dele. A acusada ofereceu US$ 12 mil pelo serviço, de acordo com documentos judiciais. Ela foi detida em Gloucester Township, a cerca de 24 quilômetros de Filadélfia.

Além das acusações de tentativa de homicídio e conspiração, Diiorio também enfrenta uma acusação de posse de substância controlada. Durante a prisão, a polícia encontrou com ela uma garrafa de pílulas, que acredita-se serem alprazolam, um medicamento utilizado para tratar transtornos de ansiedade.

Em audiência, o juiz Yolanda Rodriguez negou o pedido de liberdade sob fiança, determinando que Diiorio permaneça detida até a próxima data de julgamento, marcada para 11 de junho. O caso continua a ser investigado pelas autoridades locais.

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