Albino Santos de Lima, de 42 anos, foi condenado a 37 anos, 1 mês e 15 dias de prisão por homicídio e tentativa de homicídio. A condenação ocorreu em 11 de abril de 2025, após seu primeiro júri popular, relacionado a crimes cometidos em junho de 2024, quando ele alegou agir em legítima defesa ao matar Emerson Wagner da Silva e tentar matar outro jovem. A defesa de Albino, liderada pelo advogado Geoberto Bernardo de Luna, argumenta que ele tem problemas psiquiátricos, o que o tornaria incapaz de entender suas ações. Albino é considerado responsável pela morte de 18 pessoas entre 2023 e 2024, tendo confessado 16 desses crimes. Ele usava uma pistola calibre .380, que pertencia a seu pai, um policial aposentado, e os assassinatos ocorreram em Maceió, em bairros como Vergel do Lago e Ponta Grossa, sempre à noite. Albino observava suas vítimas por longos períodos antes de agir e não havia envolvimento das vítimas com facções criminosas, apesar de suas alegações. Atualmente, ele está preso no presídio Baldomero Cavalcanti, em Maceió, enquanto novas investigações sobre crimes anteriores continuam.
Albino Santos de Lima, 42 anos, foi condenado a 37 anos, 1 mês e 15 dias de prisão por homicídio duplamente qualificado e tentativa de homicídio. A sentença foi proferida em 11 de abril de 2025, após sua primeira participação em júri popular. Os crimes ocorreram em junho de 2024, quando Albino alegou legítima defesa ao matar Emerson Wagner da Silva e tentar assassinar um jovem.
A defesa de Albino, representada pelo advogado Geoberto Bernardo de Luna, argumenta que ele possui problemas psiquiátricos, o que o tornaria incapaz de entender suas ações. O Ministério Público de Alagoas já havia denunciado Albino em outros processos, e ele deve enfrentar novos júris em breve. A Polícia Civil o considera responsável pela morte de dezoito pessoas entre 2023 e 2024, com dezesseis confissões.
As investigações revelaram que Albino utilizava uma pistola calibre .380, pertencente a seu pai, um policial militar aposentado. Os crimes foram cometidos em Maceió, em bairros como Vergel do Lago e Ponta Grossa, sempre à noite e com um padrão de vestimenta específico. Albino observava suas vítimas por longos períodos antes de agir, utilizando estratégias meticulosas para planejar os assassinatos.
Nenhuma das vítimas tinha envolvimento com facções criminosas, apesar da alegação de Albino. Ele registrava o cotidiano das vítimas e, em alguns casos, visitava suas lápides. Atualmente, Albino está detido no presídio Baldomero Cavalcanti, em Maceió, enquanto as investigações sobre crimes anteriores continuam.
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