Nesta quinta-feira, 10 de agosto, a Polícia Civil do Rio de Janeiro fez uma grande operação contra a lavagem de dinheiro relacionada ao tráfico de drogas. O esquema investigado movimenta até 6 bilhões de reais por ano. A ação, que contou com a ajuda da Polícia Civil de São Paulo, está investigando 22 empresas e cumprindo 46 mandados de busca em várias cidades dos dois estados.
Essa operação, chamada Operação Contenção, é a maior já feita contra o Comando Vermelho. Um homem que estava foragido foi preso em Franca, no interior de São Paulo. As investigações mostram que o grupo atua como um centro financeiro digital para o tráfico, usando um banco digital, fintechs e empresas de fachada.
As autoridades afirmam que a quadrilha tem ligações com as principais facções criminosas do Brasil, como o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho, e também atua como intermediária nas negociações entre essas facções. A operação destaca como as atividades criminosas estão se tornando mais complexas, envolvendo plataformas contábeis e intermediadoras de pagamentos. O objetivo é desmantelar essa rede que facilita o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro.
Nesta quinta-feira, 10 de agosto, a Polícia Civil do Rio de Janeiro lançou uma megaoperação contra a lavagem de dinheiro ligada ao tráfico de drogas, envolvendo um esquema que movimenta até R$ 6 bilhões anualmente. A ação, realizada em parceria com a Polícia Civil de São Paulo, investiga 22 empresas e cumpre 46 mandados de busca e apreensão em diversas cidades dos dois estados.
A operação, denominada Operação Contenção, é considerada a maior já realizada contra o Comando Vermelho (CV). Um homem foragido foi detido em Franca, interior paulista. As investigações revelam que o grupo atua como um núcleo financeiro digital para o narcotráfico, utilizando um banco digital, fintechs e empresas de fachada.
As autoridades afirmam que a quadrilha possui vínculos com as principais facções criminosas do Brasil, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o CV, além de atuar como intermediadora nas negociações entre essas organizações. A Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) e a Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) estão entre os órgãos que apoiam a operação.
A operação destaca a crescente complexidade das atividades criminosas, que agora incluem plataformas contábeis virtuais e intermediadoras de pagamentos. A ação visa desmantelar essa rede que facilita o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro, reforçando o combate ao crime organizado no Brasil.
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