Evaristo Costa, ex-âncora do Jornal Hoje da TV Globo, voltou ao Brasil para curtir o Carnaval em Salvador, após viver na Inglaterra por alguns anos. No entanto, ele passou por uma situação difícil ao ser agredido durante uma abordagem da Polícia Militar da Bahia. Evaristo disse que a violência foi desnecessária e que a forma como a polícia agiu parecia mais uma demonstração de força do que uma ação de segurança. Apesar desse incidente, ele também comentou que a experiência do Carnaval o ajudou a enfrentar seu medo de multidões, descrevendo a folia como respeitosa e alegre. A Polícia Militar se defendeu, afirmando que suas ações seguem protocolos de segurança e visam garantir a ordem pública. O caso levanta questões sobre como a polícia atua em eventos grandes como o Carnaval.
Evaristo Costa, ex-âncora do Jornal Hoje da TV Globo, retornou ao Brasil após alguns anos vivendo na Inglaterra para aproveitar o Carnaval em Salvador. No entanto, sua experiência se transformou em um episódio traumático. O jornalista relatou ter sido agredido durante uma abordagem da Polícia Militar da Bahia, afirmando que a violência foi desnecessária. “A forma que eles vêm é uma forma de ostentação, para impor respeito. Eu apanhei e não precisava”, disse ele em entrevista a uma rádio local.
Apesar do incidente, Evaristo também compartilhou que a folia o ajudou a enfrentar seu medo de multidões. Ele mencionou que, embora tenha receio de perder o controle, a experiência foi “tão respeitosa, tão boa, tão alegre”. Essa superação é um aspecto positivo em meio à situação negativa que enfrentou.
A Polícia Militar da Bahia (PMBA) se manifestou sobre o ocorrido, afirmando que suas ações seguem protocolos de segurança e são pautadas na legalidade e na preservação da ordem pública. A corporação destacou que as abordagens têm como objetivo garantir a integridade de todos os envolvidos.
O relato de Evaristo Costa levanta questões sobre a atuação da polícia em eventos públicos e a necessidade de um equilíbrio entre segurança e respeito aos direitos dos cidadãos. A repercussão do caso pode gerar discussões sobre a abordagem policial durante grandes festividades como o Carnaval.
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