Uma operação da polícia no Morro Santo Amaro, no Catete, Zona Sul do Rio, encontrou barreiras feitas por traficantes para impedir a entrada dos policiais. Durante a ação, os agentes descobriram um portão já instalado e outro que estava prestes a ser colocado. Os traficantes usaram lanças e arame farpado para dificultar ainda mais o acesso. O objetivo da operação era prender Alexsandro Pinto Teixeira, conhecido como Xela, que tem um mandado de prisão por tentativa de feminicídio, mas ele não foi encontrado. Durante o confronto, um suspeito foi morto e uma pistola foi apreendida. Os policiais usaram ferramentas para remover os portões que bloqueavam as entradas da favela. Xela já tinha passagens pela polícia por tráfico e roubo e estava em liberdade condicional. O mandado de prisão contra ele foi emitido em março de 2025. A operação contou com a ajuda de várias unidades da polícia.
Uma operação da 9ª Delegacia de Polícia (DP) no Morro Santo Amaro, localizado no Catete, Zona Sul do Rio, revelou barreiras criadas por traficantes para dificultar a entrada das forças de segurança. Durante a ação, os policiais encontraram um portão já instalado e outro preparado para instalação, ambos usados como barricadas. O delegado Rafael Barcia Sarnelli Lopes destacou que os traficantes utilizaram lanças e arame farpado para reforçar a segurança.
A operação tinha como objetivo localizar o traficante Alexsandro Pinto Teixeira, conhecido como Xela, que possui um mandado de prisão por tentativa de feminicídio. Apesar dos esforços, Xela não foi encontrado. O delegado informou que ele estava sendo protegido por membros do Comando Vermelho (CV) na comunidade.
Durante a ação, houve um confronto que resultou na morte de um suspeito, cuja identidade não foi divulgada. Com ele, foi apreendida uma pistola. Os policiais utilizaram ferramentas como marretas e talhadeiras para remover os portões de aço que bloqueavam as entradas do morro, evidenciando a resistência dos traficantes.
Xela, que já possui antecedentes criminais por tráfico e roubo, estava em liberdade condicional desde junho de 2024. O mandado de prisão contra ele foi expedido em março de 2025 pela juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal da capital. A operação contou com o apoio de diversas unidades da polícia, incluindo o Grupamento de Ações Táticas (GAT) e a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).
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