Março de 2023 foi o mês mais quente já registrado na Europa, com temperaturas 1,6 °C acima do que eram antes da Revolução Industrial. Globalmente, também foi o segundo março mais quente, continuando uma onda de calor que já dura meses. Na Europa, as temperaturas superaram o recorde anterior de 2014 em 0,26 °C. Especialistas, como Friederike Otto, afirmam que as mudanças climáticas causadas pelo ser humano são a principal razão para isso. Robert Vautard, do IPCC, alertou que até mesmo pequenas variações de temperatura podem causar eventos climáticos extremos, como ondas de calor e chuvas fortes. O aquecimento global, que chegou a 1,36 °C acima dos níveis pré-industriais em outubro de 2022, pode fazer com que o mundo ultrapasse o limite de 1,5 °C em junho de 2030, se a situação continuar assim. Embora a queima de combustíveis fósseis seja a principal causa do aquecimento, os cientistas ainda tentam entender o que mais pode estar contribuindo para esse aumento de temperatura. Dados do Copernicus mostram que o aquecimento atual pode ser o mais intenso em 125 mil anos, refletindo uma crescente instabilidade climática, como chuvas extremas na Argentina e ondas de calor na Ásia Central.
O Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus anunciou que março de 2023 foi o mais quente já registrado na Europa, com temperaturas 1,6 °C acima dos níveis pré-industriais. Este mês também se destacou globalmente, sendo o segundo março mais quente, o que prolonga uma onda de calor sem precedentes. Desde julho de 2023, a maioria dos meses apresentou temperaturas recordes, com março na Europa superando o recorde anterior de 2014 em 0,26 °C.
Cientistas, como Friederike Otto, do Instituto Grantham, afirmam que as mudanças climáticas causadas pelo homem são a principal explicação para esse fenômeno. Robert Vautard, do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), destacou que cada fração de grau de aquecimento intensifica eventos climáticos extremos, como ondas de calor e chuvas intensas. A mudança climática não se limita ao aumento das temperaturas, mas também ao impacto do calor extra retido na atmosfera e nos oceanos.
O aquecimento global, que atingiu 1,36 °C acima dos níveis pré-industriais em outubro de 2022, pode levar o mundo a ultrapassar o limite de 1,5 °C em junho de 2030, se a tendência atual continuar. Embora a queima de combustíveis fósseis seja a principal causa do aquecimento, cientistas ainda buscam entender os fatores que contribuíram para o recente pico de calor. Fenômenos como mudanças nos padrões de nuvens e a capacidade da Terra de armazenar carbono podem estar envolvidos.
Os dados do Copernicus, que utilizam bilhões de medições de satélites e estações meteorológicas, indicam que o atual período de aquecimento pode ser o mais intenso em 125 mil anos. As anomalias climáticas observadas em março, que resultaram em chuvas extremas na Argentina e ondas de calor na Ásia Central, refletem a crescente instabilidade climática que o mundo enfrenta.
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