Uma reforma em um campo de futebol em Viena, Áustria, levou à descoberta de uma vala comum romana com os restos de mais de 100 soldados. A construtora encontrou os ossos no final de outubro, e o Departamento de Arqueologia Urbana de Viena confirmou que pelo menos 129 indivíduos foram identificados, embora o número total possa ultrapassar 150. Os corpos estavam dispostos de forma desordenada, indicando um sepultamento apressado.
Após análise, os pesquisadores determinaram que todos os restos pertenciam a homens, a maioria com idades entre 20 e 30 anos. Os esqueletos apresentavam ferimentos causados por combate, principalmente na cabeça, pelve e tórax, sugerindo que as mortes ocorreram em uma batalha, e não por execução. As armas encontradas, como lanças e uma adaga decorada, indicam que os soldados eram romanos.
Os ossos foram datados entre 80 e 230 d.C., e a descoberta é considerada única, pois não havia registros de esqueletos romanos desse período totalmente preservados. A chefe do Departamento de Arqueologia Urbana, Kristina Adler-Wölfl, afirmou que a vala é uma evidência material das guerras romano-germânicas, especificamente de um confronto que ocorreu por volta de 92 d.C., durante o reinado do imperador Domiciano.
A descoberta está ligada ao início da urbanização de Vindobona, que se tornaria Viena. A pesquisa inicial será parte de um projeto internacional que incluirá análise de DNA para entender melhor a vida e as condições dos soldados. Adler-Wölfl destacou a importância da descoberta, que oferece novas perspectivas sobre a história militar romana na região.
Uma reforma em um campo de futebol em Viena, Áustria, resultou na descoberta de uma vala comum romana com os restos de mais de 100 soldados. A construtora encontrou os ossos no final de outubro, e o Departamento de Arqueologia Urbana de Viena confirmou que pelo menos 129 indivíduos foram identificados, embora o número total possa ultrapassar 150. Os corpos estavam dispostos de forma desordenada, indicando um sepultamento apressado.
Após análise, os pesquisadores determinaram que todos os restos pertenciam a homens, a maioria com idades entre 20 e 30 anos. Os esqueletos apresentavam ferimentos causados por combate, principalmente na cabeça, pelve e tórax, sugerindo que as mortes ocorreram em uma batalha, e não por execução. As armas encontradas, como lanças e uma adaga decorada, indicam que os soldados eram romanos.
Os ossos foram datados entre 80 e 230 d.C., e a descoberta é considerada única, pois não havia registros de esqueletos romanos desse período totalmente preservados. A chefe do Departamento de Arqueologia Urbana, Kristina Adler-Wölfl, afirmou que a vala é uma evidência material das guerras romano-germânicas, especificamente de um confronto que ocorreu por volta de 92 d.C., durante o reinado do imperador Domiciano.
A descoberta está ligada ao início da urbanização de Vindobona, que se tornaria Viena. A pesquisa inicial será parte de um projeto internacional que incluirá análise de DNA para entender melhor a vida e as condições dos soldados. Adler-Wölfl destacou a importância da descoberta, que oferece novas perspectivas sobre a história militar romana na região.
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