O Brasil enfrenta um aumento alarmante da exploração de garimpo ilegal, especialmente na Amazônia, onde essa atividade ameaça um santuário de árvores gigantes, incluindo um angelim-vermelho de 85,4 metros. Essa árvore, uma das mais altas da floresta, está em risco devido à contaminação das águas e à violência contra comunidades indígenas, como os Yanomami, que sofrem com a invasão de suas terras. O garimpo, que já se expandiu para dois mil e quatrocentos quilômetros quadrados, representa uma área maior que a cidade do Rio de Janeiro, com setenta e sete por cento dessa exploração sendo ilegal.
Desde dois mil e dezenove, a corrida pelo ouro se intensificou, impulsionada pela flexibilização das regulamentações e pelo aumento dos preços do metal durante a pandemia. A Polícia Federal revelou que um grupo no Pará movimentou quatro bilhões de reais em ouro, que foi contrabandeado para países como Dubai e Itália. O ex-presidente Jair Bolsonaro facilitou o avanço do garimpo, especialmente em áreas protegidas, e essa atividade cresceu mais de dez vezes desde então. O estado do Pará é o mais afetado, concentrando a maior parte da exploração ilegal.
Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a “presunção de boa-fé” no comércio de ouro, que permitia a legalização do garimpo ilegal por meio de autodeclarações. Essa mudança é esperada para dificultar a “lavagem” de ouro extraído de forma ilícita. Especialistas alertam que, apesar das operações do governo para desarticular garimpos, é necessário um esforço mais amplo e uma reforma política para conter essa atividade que gera bilhões e está ligada a outras práticas criminosas.
Pesquisadores destacam a importância das árvores gigantes da Amazônia, que desempenham um papel crucial na regulação do ciclo da chuva e no armazenamento de carbono. A destruição dessas árvores pode ter consequências ambientais severas. A urgência em proteger essas áreas é evidente, pois a exploração desenfreada do garimpo não só ameaça a biodiversidade, mas também os direitos dos povos indígenas e a saúde das comunidades locais.
O Brasil enfrenta um aumento alarmante da exploração de garimpo ilegal, especialmente na Amazônia, onde essa atividade ameaça um santuário de árvores gigantes, incluindo um angelim-vermelho de 85,4 metros. Essa árvore, uma das mais altas da floresta, está em risco devido à contaminação das águas e à violência contra comunidades indígenas, como os Yanomami, que sofrem com a invasão de suas terras. O garimpo, que já se expandiu para 2,4 mil quilômetros quadrados, representa uma área maior que a cidade do Rio de Janeiro, com 77% dessa exploração sendo ilegal.
Desde 2019, a corrida pelo ouro se intensificou, impulsionada pela flexibilização das regulamentações e pelo aumento dos preços do metal durante a pandemia. A Polícia Federal revelou que um grupo no Pará movimentou R$ 4 bilhões em ouro, que foi contrabandeado para países como Dubai e Itália. O ex-presidente Jair Bolsonaro facilitou o avanço do garimpo, especialmente em áreas protegidas, e essa atividade cresceu mais de dez vezes desde então. O estado do Pará é o mais afetado, concentrando a maior parte da exploração ilegal.
Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a “presunção de boa-fé” no comércio de ouro, que permitia a legalização do garimpo ilegal por meio de autodeclarações. Essa mudança é esperada para dificultar a “lavagem” de ouro extraído de forma ilícita. Especialistas alertam que, apesar das operações do governo para desarticular garimpos, é necessário um esforço mais amplo e uma reforma política para conter essa atividade que gera bilhões e está ligada a outras práticas criminosas.
Pesquisadores destacam a importância das árvores gigantes da Amazônia, que desempenham um papel crucial na regulação do ciclo da chuva e no armazenamento de carbono. A destruição dessas árvores pode ter consequências ambientais severas. A urgência em proteger essas áreas é evidente, pois a exploração desenfreada do garimpo não só ameaça a biodiversidade, mas também os direitos dos povos indígenas e a saúde das comunidades locais.
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