Um intenso confronto ocorreu na madrugada de hoje no Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, resultando na morte de um suspeito. Policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) relataram que foram atacados por criminosos na Vila do Pinheiro. O homem, que era suspeito de envolvimento na morte de dois policiais em […]
Um intenso confronto ocorreu na madrugada de hoje no Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, resultando na morte de um suspeito. Policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) relataram que foram atacados por criminosos na Vila do Pinheiro. O homem, que era suspeito de envolvimento na morte de dois policiais em junho de 2024, foi ferido e levado ao Hospital Evandro Freire, na Ilha do Governador, mas não sobreviveu. Durante a operação, foram apreendidos um fuzil, um rádio comunicador, munições e drogas.
A ação da Polícia Militar, que envolve também o Comando de Operações Especiais (COE) e o 22º BPM (Maré), visa instalar redutores de velocidade na Vila do João para dificultar a fuga de criminosos com cargas roubadas. Desde a instalação dos primeiros redutores em setembro de 2024, a PM afirma que os índices de roubo de carga na Nova Holanda caíram 100%. A corporação assegura que as barreiras são posicionadas para garantir o direito de ir e vir da população.
Moradores relataram intensa movimentação de blindados e tiroteios desde as primeiras horas da manhã. Imagens nas redes sociais mostram o fogo em barricadas incendiadas por suspeitos durante o confronto. A Linha Vermelha, uma das principais vias da região, teve o trânsito interrompido temporariamente devido aos disparos. Policiais do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) intensificaram o patrulhamento nas áreas adjacentes.
Além do confronto na Maré, um tiroteio no Complexo do Chapadão deixou um ambulante de 51 anos morto por uma bala perdida. O homem, identificado como Marcelo Santos Martins, foi atingido enquanto saía de casa para trabalhar. A PM informou que realizava um patrulhamento de rotina na área e que não houve operação formal no momento do incidente. A situação gerou protestos de moradores, que bloquearam vias com veículos sequestrados e atearam fogo em barricadas.
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