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Mãe de adolescente abusado por padre expressa dor após liberação do ex-eclesiástico

- Fabiano Santos Gonzaga foi condenado em 2017 por abusar de um adolescente. - Ele cumpriu apenas sete anos de uma pena de quinze e foi liberado em 2023. - A família da vítima expressou decepção com a liberdade do ex-padre. - Fabiano foi expulso da Igreja Católica, mas não excomungado. - A defesa do ex-padre não comentou sobre a insatisfação da família.

A família do adolescente que sofreu abuso por parte do padre Fabiano Santos Gonzaga, em Caldas Novas (GO), expressou sua decepção com a liberação do ex-eclesiástico, que foi condenado a 15 anos de prisão em 2017, mas cumpriu apenas 7 anos. Ele foi solto em 24 de outubro de 2023. Os familiares da vítima relataram […]

A família do adolescente que sofreu abuso por parte do padre Fabiano Santos Gonzaga, em Caldas Novas (GO), expressou sua decepção com a liberação do ex-eclesiástico, que foi condenado a 15 anos de prisão em 2017, mas cumpriu apenas 7 anos. Ele foi solto em 24 de outubro de 2023. Os familiares da vítima relataram que ainda é doloroso falar sobre o caso, que envolveu a abordagem do menor em uma sauna, onde o padre cometeu atos de abuso sexual.

Fabiano foi preso em flagrante e indiciado por estupro de vulnerável, recebendo a pena máxima prevista na época. O processo judicial foi rápido, com a punição sendo considerada extinta após o cumprimento da pena. Na época do crime, ele atuava como pároco em Frutal (MG), a cerca de 600 km de Belo Horizonte. Após a denúncia feita pela mãe do garoto, a Arquidiocese de Uberaba decidiu expulsá-lo da Igreja, embora não tenha ocorrido uma excomunhão formal.

A defesa de Fabiano não se manifestou sobre a insatisfação da família da vítima. A Arquidiocese informou que ele foi “reduzido a um estado laico”, não exercendo mais funções como padre. Recentemente, a advogada do ex-padre enviou uma nota de repúdio em relação à cobertura da imprensa sobre o caso, questionando o uso de sua imagem e nome nas reportagens.

O caso gerou repercussão significativa, levantando discussões sobre a proteção de menores e a resposta das instituições religiosas em situações de abuso. A situação continua a ser acompanhada pela mídia, enquanto os familiares da vítima lidam com as consequências emocionais do crime e da liberação do agressor.

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