Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Madrasta é acusada de induzir enteada a se afogar em máquina de lavar roupa

- Suzana Dazar dos Santos é ré por homicídio doloso da enteada Isabelly, de três anos. - O Ministério Público do Paraná alega que Suzana induziu o afogamento da criança. - A defesa argumenta que foi um acidente, sem intenção de matar, e contesta a denúncia. - O crime é qualificado por ciúmes e violência doméstica, segundo a acusação. - O juiz decidirá se o caso irá a júri popular ou se haverá alteração na denúncia.

A denúncia do Ministério Público do Paraná tornou Suzana Dazar dos Santos ré pela morte da enteada, Isabelly Oliveira Assunpção, de três anos. Segundo o MP, Suzana teria induzido a criança a se afogar em uma máquina de lavar, utilizando brinquedos e um banquinho. O incidente ocorreu em maio de 2022, na véspera do Dia […]

A denúncia do Ministério Público do Paraná tornou Suzana Dazar dos Santos ré pela morte da enteada, Isabelly Oliveira Assunpção, de três anos. Segundo o MP, Suzana teria induzido a criança a se afogar em uma máquina de lavar, utilizando brinquedos e um banquinho. O incidente ocorreu em maio de 2022, na véspera do Dia das Mães, enquanto o pai da menina trabalhava.

A acusação aponta que o crime foi motivado por ciúmes e posse da madrasta em relação ao pai da criança, que, segundo ela, estava sendo prejudicado pela proximidade dele com a mãe de Isabelly. A denúncia, aceita em 14 de janeiro, classifica o ato como homicídio doloso, destacando a violência doméstica e familiar.

Os advogados de defesa de Suzana alegam que a denúncia é exagerada e que a morte foi um acidente. Eles afirmam que a relação entre madrasta e enteada era boa e que não há indícios de intenção de matar. Por outro lado, a defesa da mãe da menina argumenta que Suzana preparou a situação para que o crime ocorresse, citando a presença de brinquedos na água e a condição da criança sozinha na lavanderia.

A Justiça agora aguardará a manifestação da defesa de Suzana, que tem dez dias para se pronunciar. O juiz decidirá se o caso seguirá como homicídio com dolo eventual, levando Suzana a um júri popular, ou se haverá alterações na denúncia. A tragédia foi registrada em 7 de maio, quando a PM informou que Isabelly morreu afogada após cair na máquina de lavar, sendo encontrada pela madrasta.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais