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Polícia Civil investiga desvio de R$ 15 milhões da previdência em Belford Roxo

- A Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) investiga desvios no Instituto de Previdência de Belford Roxo. - A operação identificou um esquema que desviou aproximadamente R$ 15 milhões, envolvendo 539 beneficiários irregulares. - Ex-diretoras do instituto são as principais suspeitas, com movimentações financeiras fraudulentas. - Mandados de busca e apreensão foram cumpridos, revelando a gravidade da fraude. - O esquema começou após a derrota eleitoral do filho do ex-prefeito, indicando possível conivência política.

Nesta quinta-feira, 23 de janeiro de 2024, a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) realiza uma operação contra um esquema que desviou aproximadamente R$ 15 milhões do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Belford Roxo (Previde). As investigações revelam que os recursos foram transferidos de maneira irregular […]

Nesta quinta-feira, 23 de janeiro de 2024, a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) realiza uma operação contra um esquema que desviou aproximadamente R$ 15 milhões do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Belford Roxo (Previde). As investigações revelam que os recursos foram transferidos de maneira irregular para 539 beneficiários, muitos dos quais não possuem vínculos legítimos com o instituto.

Entre os principais suspeitos estão ex-diretoras do Previde, que são acusadas de serem as responsáveis pelas movimentações financeiras fraudulentas. A operação incluiu o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão na cidade, visando coletar provas e informações sobre o esquema. O delegado titular da Draco, João Valentim, destacou que as ex-diretoras foram nomeadas durante a gestão de Waguinho Carneiro.

A investigação começou a ganhar força cinco dias após a derrota do filho de Waguinho, Matheus do Waguinho, no primeiro turno das eleições do ano passado. De acordo com a polícia, as ex-diretoras iniciaram o esquema fraudulento apenas dez dias após suas nomeações. Além do desvio de recursos, a Draco também investiga a legalidade das nomeações das suspeitas, buscando entender a natureza das ações que levaram ao esquema.

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