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Pai acusado de agredir filho de 2 anos até a morte será julgado no Paranoá

- O julgamento de Wagner Pereira da Silva ocorrerá em 30 de janeiro de 2024. - Ele é acusado de homicídio quadruplamente qualificado, com confissão do crime. - A morte do filho de 2 anos resultou de agressões que causaram hemorragia interna. - O réu agiu na ausência da mãe, que já havia registrado queixa por violência. - Se condenado, Wagner pode enfrentar pena de 12 a 30 anos de prisão.

O julgamento de Wagner Pereira da Silva, acusado de agredir até a morte seu filho de dois anos, ocorrerá em 30 de janeiro de 2024, às 9h, no Fórum do Paranoá. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denunciou o réu por homicídio quadruplamente qualificado, alegando que ele cometeu agressões que resultaram em […]

O julgamento de Wagner Pereira da Silva, acusado de agredir até a morte seu filho de dois anos, ocorrerá em 30 de janeiro de 2024, às 9h, no Fórum do Paranoá. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denunciou o réu por homicídio quadruplamente qualificado, alegando que ele cometeu agressões que resultaram em hemorragia interna intensa e rompimento do pâncreas da criança.

O crime aconteceu em 17 de outubro de 2023, quando Wagner aproveitou a ausência da esposa, Patrícia Viriato da Silva, para agredir o menino. A mãe relatou que o acusado apresentava problemas psicológicos e que já havia tentado protegê-lo, tendo registrado um boletim de ocorrência anteriormente com base na Lei Maria da Penha, mas retirado a queixa logo em seguida.

Após o crime, Patrícia acionou o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), que ao chegar ao local confirmou a morte da criança e chamou a Polícia Militar (PMDF). Wagner foi preso e confessou o crime na 6ª Delegacia de Polícia do Paranoá. Se condenado, ele pode enfrentar uma pena de 12 a 30 anos de prisão.

O caso se enquadra na Lei Henry Borel, que protege crianças vítimas de violência, e destaca a gravidade da situação, uma vez que o crime foi cometido contra um menor de 14 anos e envolveu um pai que não aceitava a proteção da mãe ao filho. Wagner, formado em educação física, havia sido aprovado para atuar como professor temporário na rede pública do DF.

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