- Erika Hilton acusa o PSOL de descumprir acordo sobre a divisão do fundo eleitoral, que previa ajustes por gênero, raça e pessoas com deficiência.
- A deputada afirmou que Manuela d’Ávila receberia mais que o dobro de recursos e citou Juliano Medeiros como exemplo de prioridades.
- O PSOL disse que a distribuição está em conformidade com objetivos da eleição, incluindo ampliar bancadas e eleger Lula.
- Erika afirmou que o partido subestimou a candidatura de Rick Azevedo em 2024 e teme repetição com ele.
- Há apoio de outros membros, como o deputado Carlos Giannazi, e a discussão interna sobre federação com o PT; o PSOL afirmou buscar transparência e cumprir a palavra.
Erika Hilton acusou o PSOL de descumprir um acordo sobre a divisão do dinheiro do fundo eleitoral. A deputada afirma que o entendimento foi firmado com ela e outras lideranças para manter a legenda e superar a cláusula de barreira, com ajustes por gênero, raça e deficiência.
Segundo a parlamentar, Manuela d’Ávila iria receber recursos mais de duas vezes superiores aos demais. Ela citou ainda Juliano Medeiros, presidente da federação PSOL-Rede, que pretende lançar candidatura. Erika critica o que chama de privilégio branco e cis.
O PSOL informou que a distribuição do fundo está alinhada aos objetivos da eleição, incluindo ampliar bancadas e reeleger o presidente Lula. A legenda destaca políticas de incentivo a candidaturas de mulheres, negras, indígenas, LGBTs e PCDs como positivas.
Erika afirmou que o partido subestimou a candidatura de Rick Azevedo em 2024, que ficou com maior votação no Rio de Janeiro, enquanto o PSOL encolheu. Ela disse que o recurso foi mal distribuído e pode repetir erro.
A publicação recebeu apoio de outros membros, como o deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL-SP), que também criticou a legenda. A deputada mencionou que, por ser negra e travesti, exige logística de segurança ao viajar pelo estado de São Paulo.
Nos bastidores, a ala de Erika defendia uma federação com o PT, e havia especulações sobre filiações de Guilherme Boulos e Erika ao partido petista.
PSOL respondeu com nota: não se pode negar o empenho das candidaturas iniciais, mas cobra transparência e que a direção cumpra a palavra para manter participação de quem tem base popular.
Erika Hilton, deputada federal, não apresentou conclusão sobre o desfecho do episódio, mantendo o tom informativo sobre o desenrolar da divisão de recursos e das alianças internas.
Entre na conversa da comunidade