- Datafolha aponta que 38% dos eleitores classificam o governo Lula como ruim ou péssimo, 32% como ótimo ou bom, 29% como regular e 1% não sabem; levantamento divulgado no fim de maio e repetido entre 17 e 19 de junho de 2026.
- Entre os dois levantamentos, os índices permanecem estáveis: ruim/péssimo 38%, ótimo/bom 32% e regular 29%.
- Aprovação pessoal do presidente Lula é de 48%, desaprovação 49%, com empate técnico dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais.
- Câmara aprovou a PEC que põe fim à escala 6×1, e o governo já gastou 80 milhões de reais para divulgar a proposta; o texto ainda precisa passar pelo Senado.
- Entre 17 e 19 de junho, as entrevistas ocorreram após operação da Polícia Federal que teve como alvo Jaques Wagner (PT-BA).
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva mantém avaliação negativa entre parte dos eleitores. Dados do Datafolha, divulgados neste sábado, apontam que 38% o consideram ruim ou péssimo, 32% avaliam como ótimo ou bom e 29% o classificam como regular. 1% não souberam responder. Os números mostram estabilidade frente ao levantamento anterior, realizado no fim de maio.
Entre os dados consolidados, a desaprovação alcançou 38% na leitura mais recente, sem variação em relação ao levantamento anterior. A aprovação, de 48%, também permaneceu estável. A soma aponta empate técnico entre aprovados e desaprovados, considerando a margem de erro de 2 pontos percentuais.
A pesquisa foi realizada entre 17 e 19 de junho com 2.004 entrevistados, contratada pela Folha da Manhã S/A, sob registro no TSE nº BR-09956/2026. O Datafolha aponta ainda que 49% desaprovam o governo, ante 48% do levantamento anterior, enquanto 3% não souberam responder.
Entre os temas associados ao governo, destaca-se a aprovação da PEC que muda a escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada para 40 horas, aprovada pela Câmara e ainda sujeita à análise do Senado. O governo já destinou cerca de 80 milhões de reais para divulgar a proposta. Gostos eleitorais e impactos políticos aparecem em meio a outros acontecimentos internacionais, como a recomendação de novas tarifas sobre produtos exportados pelo governo de Donald Trump e a classificação de facções criminosas como terroristas, observadas em relatos oficiais.
Sobre o cenário institucional, houve envolvimento recente da Polícia Federal na operação Master, com o alvo principal sendo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). O ritmo de atuação das instituições públicas contribui para o debate público sobre a gestão federal, segundo analistas ouvidos pela imprensa.
Entre na conversa da comunidade