- O presidente Lula chega a Belo Horizonte e Divinópolis, em Minas Gerais, sem palanque definido para a sua campanha no estado.
- Cleitinho (Republicanos) lidera as pesquisas para o governo mineiro e é aliado de Flávio Bolsonaro (PL), que tenta aproximá-lo como candidato.
- Gabriel Azevedo (MDB) e Josué Gomes da Silva (PSB) aparecem como nomes fortes para compor o palanque de Lula em Minas, com o PT avaliando alternativas internas.
- O PT tem feito conversas com Azevedo e Gomes da Silva; também há testes de nomes como Reginaldo Lopes, Rogério Correia e, em alguns cenários, Marília Campos (PT).
- Flávio Bolsonaro enfrenta dificuldades para montar palanque em Minas, enquanto Romeu Zema tem sido apontado como possível alternativa à esquerda na disputa presidencial.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarca nesta sexta-feira em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, ainda sem palanque definido para a disputa deste ano. A agenda ocorre em Belo Horizonte e Divinópolis, cidade-sté em que atua o senador Cleitinho (Republicanos). A visita busca mapear apoiadores e possíveis palanques para o PT.
Cleitinho lidera as pesquisas para o governo de Minas e é aliado próximo do senador Flávio Bolsonaro (PL) no Senado. O atual cenário indica que Cleitinho é visto como candidato viável na oposição a Lula no estado, o que explica o interesse de figuras da direita em alianças locais.
Gabriel Azevedo, MDB, ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, tornou-se nome em ascensão para ser o candidato de Lula. Josué Gomes da Silva, ex-presidente da Fiesp, também aparece como opção em avaliação pelo PT. O presidente do PT, Edinho Silva, mantém conversas com os dois para alinhavar o palanque mineiro.
Dentro do PT, há debate sobre candidatura própria. Pesquisas regionais são citadas para testagens com nomes como Reginaldo Lopes e Rogério Correia. Marília Campos, ex-prefeita de Contagem, lidera intenções para o Senado e pode focar em vaga legislativa, conforme avaliação interna.
Desafio para Flávio Bolsonaro em Minas envolve a dificuldade de montar palanque sólido. Romeu Zema tem sinalizado como alternativa ao apoio a Flávio e já manteve encontros com o senador em Belo Horizonte. Zema critica práticas políticas e aponta convergência com a oposição à outra frente.
A ala do PL acompanha a movimentação, com possibilidade de indicar Cleitinho como cabeça de chapa, e Roscoe como vice em estudo. Mesmo com esses movimentos, Cleitinho continua na dianteira das preferências para o governo mineiro, enquanto o cenário permanece em aberto.
Entre na conversa da comunidade