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Randolfe prevê fim da regra 6×1 no Senado antes do recesso

Randolfe aposta em votação da 6×1 no Senado antes do recesso, após acordo com Alcolumbre para barrar propostas com impacto fiscal

Líder do governo no Congresso firmou acordo para avançar PEC e barrar propostas com impacto fiscal. (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)
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  • Randolfe Rodrigues acredita que o Senado votará a PEC do fim da 6×1 antes do recesso, que começa em 18 de julho e termina em 31 de julho.
  • Ele afirmou ter até 17 de julho para votar o fim da 6×1 e a instituição da escala 5×2, em acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
  • Segundo Randolfe, houve acordo para retirar da pauta propostas com impacto fiscal, o que pode afetar a reforma tributária, ainda que alguns itens entrem por acordo ou por destaques.
  • O governo vê o tema como oportunidade para melhorar a imagem, mas a Justiça Federal suspendeu anúncios pagos por uso irregular de recursos na divulgação da medida.
  • O setor produtivo critica o avanço rápido e pede debate sobre transição, PIB e compensação aos empregadores; a Câmara analisa a regulamentação de dois dias de folga.

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, acredita que a PEC do fim da escala 6×1 deve avançar no Senado antes do recesso. A expectativa é votar também a instituição da escala 5×2.

Randolfe revelou que houve acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para retirar da pauta propostas com impacto fiscal. A meta é manter a votação da 6×1 e da 5×2 ainda até 17 de julho.

A Câmara enfrenta resistência à pauta, que passa por mudanças, inclusive a regulamentação do trabalho com dois dias de folga. O Planalto decidiu retirar o regime de urgência de tratamento da proposta.

Avanço e acordos

Segundo Randolfe, o acordo evita que itens com impacto fiscal fiquem na pauta. Ainda assim, a reforma tributária pode sofrer alterações por meio de acordos ou destaques.

O governo tem enfatizado a pauta da 6×1 como forma de melhorar a percepção pública em ano eleitoral, inclusive com apoio divulgado em campanhas institucionais. A Justiça Federal, porém, suspendeu anúncios pagos que divulgavam medidas ainda sem política pública.

Reações do setor produtivo

Críticos destacam impactos sobre o PIB e defendem maior detalhamento sobre período de transição. Também há demanda por compensações aos empregadores e por clareza nas regras que acompanham eventuais mudanças.

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