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Plano para banir private equity na assistência social é retirado, diz Streeting

Plano para banir private equity no cuidado social foi retirado do manifesto; Streeting acusa hesitação governamental e pede liderança para reformas

It is understood that Wes Streeting would resurrect his plans for regulating private equity in social care in a future government.
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  • Wes Streeting afirma que seu plano de banir “private equity sharks” do setor de assistência social foi removido do manifesto do Labour e critica a cautela do governo em reformas.
  • Segundo Streeting, a remoção do item ocorreu após receio de parecer “anti-business” e de impactar o eleitorado, com a equipe de Keir Starmer segundo ele evitando polêmicas.
  • A ideia de restringir privadas aconteceu originalmente em 2022 e previa proibir empresas que não cumprissem padrões nacionais de cuidado, direitos dos trabalhadores e sustentabilidade financeira.
  • Streeting diz que atraso de Downing Street impede uma grande mudança antes da próxima eleição e cita a comissão Casey, cuja conclusão está prevista apenas para 2028.
  • Ele pretende, no futuro, ressuscitar propostas de regulação de private equity em assistência social e criar um órgão de patrocínio para reduzir o poder dos empregadores sobre os trabalhadores.

Wes Streeting afirma que o plano de banir “private equity sharks” do setor de assistência social foi retirado do programa do Labour. Segundo ele, a medida foi excluída por uma postura excessivamente cautelosa do partido frente ao governo. A alegação veio em um relatório da Fabian Society sobre um serviço nacional de cuidado.

Streeting sugeriu que a atual hesitação política impede propostas ousadas para a reforma do cuidado social. Ele afirma que decisões semelhantes ocorreram no passado e teriam contribuído para manter o setor estagnado durante o governo. Alega ainda que o mesmo contexto persiste.

De acordo com uma fonte do Labour, a equipe de Keir Starmer retirou a política porque poderia soar antiempresarial. Streeting apontou que mudanças significativas seriam improváveis antes das próximas eleições, citando atrasos no comissionamento da Casey Commission, que só deve concluir em 2028.

Contexto e desdobramentos

A política de restringir empresas de private equity foi anunciada inicialmente em 2022, defendendo padrões nacionais em cuidado, direitos dos trabalhadores e sustentabilidade financeira. A retirada do tema ocorreu em meio a debates internos sobre impacto econômico e aceitação pública.

Streeting sinalizou que pretende reintroduzir, no futuro, regras para regular empresas de private equity no cuidado social. Ele também quer criar uma entidade de patrocínio do cuidado social para reduzir o poder dos empregadores sobre trabalhadores sob o atual modelo de vistos, mitigando vulnerabilidades.

Anna Dixon, deputada do Labour, disse que há falta de ritmo e urgência na agenda de reforma. Ela questionou por que as necessidades de milhões de pessoas com deficiência e de idosos não recebem prioridade adequada. As declarações reforçam o debate interno sobre prazos e prioridades.

O Labour já havia apresentado, em 2024, um compromisso de criar um serviço nacional de cuidado com padrões nacionais. O relatório da Fabian Society que embasa esse plano defendia uma agenda transformadora para a segunda metade do mandato.

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