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Discurso de ódio é incompatível com a democracia, afirma Nunes Marques

Nunes Marques afirma que discurso de ódio é incompatível com a democracia; Justiça Eleitoral firma pacto para eleições de 2026

Nunes Marques afirmou que a liberdade de expressão é um direito fundamental, mas deve ser exercida com respeito a todos. (Foto: Luiz Roberto/TSE)
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  • O ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, afirmou que o discurso de ódio é incompatível com a democracia, em alusão ao Dia Internacional de Combate ao Discurso de Ódio.
  • Ele destacou que divergências de ideias são legítimas, mas não podem virar ataques à honra, discriminação ou desumanização de adversários políticos.
  • A liberdade de expressão é um direito fundamental, porém deve ser exercida com responsabilidade e respeito aos direitos de todos.
  • Combater o discurso de ódio é visto como forma de proteger a democracia, fortalecer o diálogo e garantir participação cidadã sem medo ou intimidação.
  • Nesta quarta-feira, o TSE firmou pacto pela integridade das eleições de 2026 com 26 dos 30 partidos, prevendo combate à desinformação, uso responsável de IA, promoção da participação e fortalecimento da confiança no processo.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou nesta quinta-feira 18 que o discurso de ódio é incompatível com a democracia. A fala ocorreu em alusão ao Dia Internacional de Combate ao Discurso de Ódio, instituído pela ONU.

Ele ressaltou que a divergência de ideias é legítima e necessária, mas não pode se confundir com ataques à honra, discriminação ou desumanização de adversários políticos. A liberdade de expressão é direito fundamental, porém deve ser exercida com responsabilidade.

Nunes Marques enfatizou que combater o discurso de ódio ajuda a proteger a democracia, fortalecer o diálogo e permitir a participação de todos na vida pública sem medo, discriminação ou intimidação. A intolerância, segundo ele, sufoca o debate e aumenta o risco de violência política.

Pactos e compromissos

A Justiça Eleitoral, segundo o ministro, está comprometida com eleições livres, seguras e inclusivas. Na quarta-feira anterior, ele assinou um pacto pela integridade das eleições de 2026 com 26 dos 30 partidos registrados no país.

Entre os principais pontos do acordo, estão o combate à desinformação, o uso responsável da inteligência artificial, a promoção da participação cidadã e a redução de assimetrias que afetem a confiança no processo eleitoral.

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