- O deputado estadual Val Ceasa (PRD) afirmou na Alerj que é vítima de perseguição política após ser alvo de uma operação nesta manhã, com indícios de ligação ao TCP (Terceiro Comando Puro).
- A ação policial envolveu 14 mandados de busca e apreensão em diferentes endereços, conforme a Polícia Civil e o Ministério Público fluminense.
- Val Ceasa disse que “todo ser humano pode ser investigado” e comparou a situação a investigações envolvendo o filho de Lula, Lulinha, além de fazer menção a Salvino Oliveira, vereador do Rio que foi alvo de operação.
- A investigação foi aberta após questionamentos sobre a atuação da Polícia Militar em relação à demolição de imóveis usados pelo TCP no Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio, e a veracidade das alegações de que os imóveis teriam serviços sociais.
- A Alerj informou que acompanha os desdobramentos da operação e reafirmou o compromisso com a transparência, colocando-se à disposição para colaborar com as investigações.
Val Ceasa (PRD), deputado estadual, afirmou nesta sexta-feira à Alerj que está sendo vítima de perseguição política, após uma operação realizada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro pela manhã. A ação cumpriu 14 mandados de busca e apreensão em diferentes endereços.
A operação é ligada a investigações sobre uma possível ligação entre o deputado e a facção TCP (Terceiro Comando Puro). Segundo apurações, a apuração envolve a atuação de parlamentares em relação a imóveis usados pelo TCP no Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio.
Val Ceasa afirmou que qualquer cidadão pode ser investigado e comparou a situação com casos de figuras públicas que também já foram investigadas. Em referência a outros episódios envolvendo autoridades, ele disse que a justiça deve esclarecer os fatos.
Contexto da investigação
A investigação nasceu de questionamentos sobre a ação de policiais militares em relação a imóveis supostamente ligados ao TCP no Complexo de Israel. Politicamente, houve alegações de que tais imóveis teriam finalidade social, o que as apurações contestam até o momento.
A Alerj informou que acompanha os desdobramentos da operação e reiterou o compromisso com a transparência, colocando-se à disposição para colaborar com as investigações.
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