- A Polícia Federal apreendeu US$ 49 mil (cerca de R$ 253 mil) e relógios na casa do senador Jaques Wagner durante a Operação Compliance Zero, que investiga fraudes do banco Master.
- Em Salvador, a PF também encontrou US$ 16.795 (cerca de R$ 87 mil), 39.675 euros (cerca de R$ 236 mil) e R$ 16.500 na residência de Wagner.
- Wagner, líder do governo no Senado, disse à BandNews TV que continua no cargo até que o presidente Lula peça sua saída.
- Daniela Lima, colunista do UOL News, afirma que a entrevista de Wagner expõe contradições e amplia o desgaste do governo, ao colocar Lula como responsável por qualquer custo político.
- O UOL News vai ao ar de segunda a sexta, às 10h e às 17h, com edições adicionais nos fins de semana.
Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, é alvo de análise sobre como o episódio envolvendo dinheiro vivo pode impactar o governo. A leitura da colunista Daniela Lima aponta contradições na posição do parlamentar, que afirma permanecer na liderança até que o presidente Lula peça sua saída.
A Polícia Federal apreendeu US$ 49 mil (aproximadamente R$ 253 mil) e relógios na casa de Wagner em Brasília, durante a Operação Compliance Zero, que investiga fraudes ligadas ao banco Master. Em Salvador, na residência do senador, foram encontradas US$ 16.795, cerca de R$ 87 mil, além de 39.675 euros (cerca de R$ 236 mil) e R$ 16.500.
Segundo a análise da colunista, ao condicionarem a permanência no cargo à desistência ou à autorização de Lula, Wagner transfere a pressão para o Planalto e para o PT. A avaliação é de que essa postura ocorre em um momento de acirramento eleitoral, que aumenta o custo político de crises para o governo.
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