- Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato, afirma que não voltará atrás nas críticas a Flávio Bolsonaro.
- A posição veio após a divulgação de mensagens e áudios em que Flávio Bolsonaro cobra recursos de Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse.
- Zema disse que quem se aproximou do banqueiro “bandido” deve ser visto com reservas.
- A repercussão inclui Eduardo Bolsonaro sugerindo rompimento geral com o Novo, amplificando o atrito dentro do espectro político.
- Em 12 de junho, Zema voltou a criticar Flávio Bolsonaro em entrevista ao Brasil Paralelo, questionando quem conviveu com Vorcaro.
Romeu Zema, ex-governador de Minas e pré-candidato à Presidência, manteve suas críticas a Flávio Bolsonaro após a divulgação de mensagens que mostram o senador cobrando recursos de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O relato envolve o filme Dark Horse sobre Jair Bolsonaro e gerou atrito entre siglas da direita.
A declaração ocorreu em entrevista à rádio CBN Paraíba, na quinta-feira (18). Zema reiterou avaliação sobre pessoas que tiveram aproximação com o banqueiro Vorcaro, salientando reservas em quem se aproximou dele.
Antes, em 13 de maio, Zema já havia criticado Flávio nas redes sociais pela cobrança de dinheiro ao Vorcaro. Em 16 de maio, o ex-governador disse que foi duro por decepção, mas que a posição seria manter-se firme nos princípios. Em 12 de junho, ele voltou a criticar o senador em entrevista ao Brasil Paralelo.
Repercussão política
No fim de semana seguinte, 15 de junho, Eduardo Bolsonaro (PL) sugeriu nas redes sociais um rompimento geral com o Novo, em meio ao atrito envolvendo Zema e Flávio. A troca de acusações ampliou o tensionamento entre as respectivas pautas e aliados.
A relação entre Zema e Flávio Bolsonaro já foi próxima, com indicações de alinhamento político. A divulgação das mensagens sobre Vorcaro reacendeu questionamentos sobre alianças e práticas entre responsáveis por financiar conteúdos ligados aoBolsonaro.
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