- O Ministério das Relações Exteriores informou que o Brasil recebeu com satisfação o acordo entre Estados Unidos e Irã, cobrando o cumprimento dos termos e o fim dos ataques.
- O memorando de entendimento prevê quatorze pontos, entre eles o fim do bloqueio a navios iranianos, a suspensão de sanções e o trânsito livre em Ormuz.
- A assinatura ocorreu na França, e o Itamaraty enfatizou a necessidade de agir de boa-fé para assegurar a confiança entre as partes e avançar para um acordo de paz abrangente.
- O Brasil pediu que as partes mantenham negociações diplomáticas e exortou o fim das hostilidades em todas as frentes, incluindo no Líbano.
- O texto relembra que o conflito começou em vinte e oito de fevereiro, com ataques dos EUA e de Israel ao Irã, que resultaram em tensões e de medidas como o fechamento de Ormuz.
O governo brasileiro recebeu com satisfação a assinatura de um Memorando de Entendimento entre Estados Unidos e Irã, ocorrido na França. O acordo visa encerrar o conflito que se desenrolava na região há meses, com esforço para que os termos sejam cumpridos e os ataques cessem.
Itamaraty cobra que as partes atuem de boa-fé para manter a confiança entre os signatários. O texto brasileiro ressalta a importância da adesão estrita aos pontos acordados e da cessação de hostilidades em todos os fronts, incluindo o Líbano, com negociação diplomática contínua.
O memorando prevê 14 pontos, entre os quais o fim do bloqueio a navios iranianos, a suspensão de sanções e o trânsito livre pelo estreito de Ormuz, que é apontado como estratégico para o petróleo mundial. A assinatura ocorreu na França, segundo informações oficiais.
Segundo o comunicado do Itamaraty, o Brasil reforça que a única via para a paz é a via diplomática. O país ressalta ainda a necessidade de manter negociações de boa-fé para a construção de um acordo de paz abrangente entre as partes.
Historicamente, EUA e Irã têm se envolvido em reuniões para chegar a um acordo, mas as conversas foram marcadas por divergências e ameaças mútuas. O Brasil participou do debate diplomático ressaltando a importância da contenção de hostilidades.
O Brasil já havia condenado ataques ao Irã em fevereiro deste ano, destacando grave preocupação com a escalada e o risco a civis e infraestrutura civil, em reconhecida defesa do direito internacional e da proteção de populações afetadas pelo conflito.
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