- Líderes do G7 reafirmaram unidade para apoiar a Ucrânia, inclusive em sua integridade territorial, em comunicado conjunto.
- Anunciaram aumento de sanções contra a Rússia, com foco principal em petróleo e gás, para desafiar a economia de guerra russa.
- Compromisso de ampliar fornecimento de defesas aéreas, sistemas interceptadores e capacidades de longo alcance a Kiev.
- A declaração destaca progresso no campo de batalha e reforça a disposição de buscar uma paz duradoura.
- Zelensky foi convidado especial à cúpula, com a França ressaltando a prioridade da Ucrânia na agenda do G7.
O G7 reafirmou nesta quarta-feira apoio à Ucrânia, incluindo sua integridade territorial, e decidiu ampliar sanções à Rússia. O comunicado conjunto foi divulgado após a cúpula em Évian, na França.
A declaração envolve os líderes de Alemanha, EUA, Japão, Itália, França, Canadá e Reino Unido, além da Comissão Europeia. Eles concordaram em endurecer medidas, com foco especial no setor de petróleo e gás, para desvalorizar a economia de guerra russa.
A cúpula ocorreu em um momento em que o governo dos EUA enfrentava divergências internas sobre a linha pró-Ucrânia. O texto ressalta avanços no campo de batalha a favor de Kiev nos meses recentes.
Em Évian, Macron destacou que a Ucrânia é prioridade da agenda. Zelensky foi convidado especial à reunião, reforçando a participação da Ucrânia no evento diplomático.
Medidas e apoio ao esforço ucraniano
Segundo o comunicado, o G7 planeja aumentar o fornecimento de capacidades de defesa aérea, interceptadores e sistemas de longo alcance para a Ucrânia. A medida visa ampliar a capacidade de resposta de Kiev.
Os aliados também sinalizaram disposição de fortalecer a cooperação estratégica com fins energéticos, buscando diversificar rotas e reduzir dependências de vias sensíveis como o Estreito de Ormuz.
Repercussões e leitura internacional
A cúpula discutiu ainda temas como minerais críticos e desequilíbrios econômicos globais, com a França defendendo uma declaração que reduza a dependência da China. Fontes diplomáticas destacaram divergências sobre a formatação de um bloco comercial de minerais.
Trump fez declarações recentes sobre sanções e o Estreito de Ormuz, o que foi recebido com cautela entre os europeus. O tom da carta conjunta aponta para uma posição mais coesa entre UE e aliados ocidentais.
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