- Eduardo Bolsonaro (PL) defende um rompimento geral entre PL e Novo após Zema criticar a relação de Flávio Bolsonaro com o banqueiro Vorcaro.
- Zema afirmou, em entrevista ao Brasil Paralelo, que quem anda com bandido merece cautela e negou apoiar candidaturas ligadas ao banqueiro.
- Eduardo Bolsonaro reagiu nas redes sociais, sugerindo o rompimento entre os dois grupos políticos.
- O atrito começou há cerca de um mês, após a divulgação de conversas entre Flávio e Vorcaro sobre financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro.
- Zema disse que as doações de Vorcaro ao Novo ocorreram em 2022, quando não havia suspeitas, e que o partido não tem responsabilidade sobre esse apoio.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) defendeu um rompimento amplo entre o PL e o Novo após críticas de Romeu Zema (Novo-MG) à relação de Flávio Bolsonaro (PL) com o banqueiro Vorcaro, dono do Banco Master.
Segundo Zema, as doações de Vorcaro ao Novo, usadas para financiar atividades políticas, não devem ser vistas sem cautela. O ex-governador afirmou que não compactua com apoio a pessoas ligadas a supostos temas controversos.
Eduardo Bolsonaro reagiu às declarações via redes sociais, aumentando o tom da troca de mensagens entre as siglas. Ele sugeriu que o rompimento entre as bancadas seria a alternativa mais adequada diante da disputa interna.
O atrito entre Zema e a família Bolsonaro ganhou contornos após a divulgação de conversas entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro. Na ocasião, Zema classificou como imperdoável o pedido de recursos para um filme sobre Jair Bolsonaro.
Pouco depois, Zema disse que o episódio já ficou para trás e que não houve desgaste com a família Bolsonaro. O ex-governador reiterou que as doações feitas ao Novo ocorreram num período sem suspeitas sobre o empresário.
Zema ressaltou que Vorcaro doou ao Novo em 2022, quando a legenda ainda era menor. Segundo ele, as doações não traduziram compromisso político do partido com o empresário, e o montante aos demais partidos foi maior.
O ex-governador afirmou ainda que as doações ao Novo não implicaram acordo político com Vorcaro. Ele ponderou que o aporte pode ter ocorrido por escolha própria do empresário, sem compromisso da sigla com negociações futuras.
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