- Flávio Bolsonaro disse que o Bolsa Família virou direito adquirido e não pode ser encerrado.
- Defendeu manter o benefício por mais tempo após o beneficiário conseguir emprego formal ou abrir empresa.
- Apontou que quase 70% dos beneficiários trabalham informalmente por temer perder o benefício.
- Daniela Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal, está próxima da campanha e atuará na área econômica e social; licenciou-se da Legend para a dedicação ao projeto.
- Apontou medidas para diferentes perfis de beneficiários, como internet de alta velocidade, microcrédito, educação financeira e redução de burocracia para abrir pequenos negócios; o objetivo é manter as transferências enquanto se promovem oportunidades de emprego.
Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência pelo PL, disse nesta segunda-feira que o Bolsa Família se tornou um direito adquirido da população e que ninguém pode anulá-lo. A afirmação foi feita durante o VEJA Fórum Rumos do Brasil, em São Paulo.
O senador afirmou que os beneficiários devem continuar recebendo o auxílio por mais tempo ao ingressar no emprego formal ou ao abrir uma empresa. Ele disse que o medo de perder o benefício desestimula a busca pela formalização de atividades.
Segundo ele, quase 70% das pessoas atendidas trabalham informalmente, o que dificulta a formalização e a transição para a renda formal. O discurso também criticou a lógica de suspender o benefício de imediato.
Em relação ao histórico do programa, Flávio mencionou que, sob o governo de Jair Bolsonaro, o Bolsa Família foi substituído pelo Auxílio Brasil, com benefício mínimo de R$ 400. Em 2022, o valor subiu para R$ 600, com validade até o fim do ano.
O senador afirmou que pretende ampliar o período de proteção para quem deixa a informalidade, buscando oferecer segurança às famílias durante a transição. Ele detalhou propostas para manter a transferência de renda com foco em empoderamento.
Entre as ações, citou acesso à internet de alta velocidade, microcrédito, educação financeira e menos burocracia para abrir pequenos negócios, diferenciando medidas conforme o perfil do beneficiário.
Flávio disse que programas de transferência de renda devem existir para quem precisa, desde que acompanhados de políticas que ampliem emprego e empreendedorismo. A ideia é reduzir a dependência política.
Daniela Marques na campanha
Flávio sinalizou que Daniela Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal, está próxima de apoiar a campanha dele. Ela deve colaborar com propostas para áreas econômica e social.
A ex-presidente da Caixa licenciou-se por seis meses da Legend para atuar no projeto, segundo o blog da Ana Flor. Daniella pretende ajudar a formular um modelo econômico mais austero e virtuoso.
Segundo o senador, a experiência de Daniela na Caixa, especialmente com mulheres empreendedoras, poderá contribuir com propostas de microcrédito e educação financeira, reduzindo a burocracia para negócios.
Marcos de atuação incluiriam iniciativas que ampliem o acesso a recursos e facilitem a abertura de pequenos empreendimentos, mantendo o foco em caminhos para que indivíduos caminhem com as próprias pernas.
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