- Lula afirmou que o INSS deve zerar a fila de espera para concessão de benefícios até setembro, após a troca no comando do órgão.
- A nova presidente do INSS, Ana Cristina Viana Silveira, se comprometeu a eliminar a fila histórica de segurados.
- A meta envolve reduzir requerimentos com mais de 45 dias de espera; o INSS recebe, em média, cerca de 1,3 milhão de novos pedidos por mês.
- O estoque atual de solicitações em análise é de 2,2 milhões; em fevereiro era de 3,1 milhões, uma queda de 29% em três meses.
- Aproximadamente 528 mil pedidos dependem de ações dos próprios segurados, como envio de documentos, o que representa mais de 20% da fila; o tempo médio de análise caiu de 59 para 40 dias entre fevereiro e abril.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou do INSS que zerar a fila de espera para concessão de benefícios até setembro. A cobrança ocorreu após a troca no comando do órgão e retorna a uma promessa anunciada no início do atual mandato.
Lula elogiou a nova presidente do INSS, Ana Cristina Viana Silveira, e afirmou ter recebido dela o compromisso de eliminar a fila histórica. O comentário foi feito durante evento na quinta-feira, sem citar números adicionais naquele momento.
Mudança de comando no INSS
A pressão por resultados acompanha a recente troca na direção do instituto. Ana Cristina Viana Silveira foi promovida à presidência após a demissão de Gilberto Waller Júnior, que não teria avançado na redução da fila. A defasagem no fluxo de análises tornou-se pauta importante para o governo.
Atualmente, o estoque de solicitações em análise é de 2,2 milhões. Em fevereiro, o total era de 3,1 milhões, o que indica queda de 29% em três meses. Parte relevante das pendências depende de ações dos segurados, como envio de documentos, segundo o ministério.
Cenário e impactos
O governo aponta redução no tempo médio de análise: saiu de 59 dias em fevereiro para 51 em março e 40 dias em abril. A pasta informa que, mesmo com queda, a fila ainda envolve cerca de 528 mil pedidos aguardando ações dos próprios segurados, representando mais de 20% do total.
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