- O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, chamou a camisa amarela da seleção de “camisa do Bolsonaro” e pediu que eleitores a usem na Copa do Mundo.
- O pedido foi feito em vídeo gravado na quinta-feira, 11, durante agenda no Pará.
- Flávio também acusou o governo de se apropriar das cores nacionais, em oponência às referências usadas pela oposição.
- Em Pará, o senador participou de atividades em Altamira e Belém usando camiseta com a mensagem “A Amazônia é nossa”.
- Em outras cidades, a campanha de Flávio já fez uso de camisetas com mensagens como “Lula taxa. A gente planta” (Bahia) e “Libertas Quae Sera Tamen” (Minas Gerais).
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, pediu aos eleitores que vistam a camisa amarela da seleção durante a Copa do Mundo, chamando-a de camisa do Bolsonaro. A declaração ocorreu durante agenda no Norte do país.
O pedido foi feito em vídeo gravado na quinta-feira, 11, durante passagem pelo Pará. Em seguida, o parlamentar criticou o uso das cores nacionais por parte do governo, dizendo que houve uma apropriação de símbolos que são do movimento conservador.
Flávio participou de compromissos em Altamira e Belém, portando uma camiseta com a frase A Amazônia é nossa, centrada na defesa da soberania e dos interesses regionais. A campanha tem usado mensagens estampadas em camisetas como estratégia de comunicação.
Nos últimos dias, imagens de Lula com a camisa da seleção também geraram repercussão. O ex-presidente publicou fotos com o emblema, acompanhado da legenda Brasil é dos brasileiros, acirrando o debate simbólico em torno do símbolo nacional.
Outras escolhas de estampa marcam visitas de Flávio a estados diferentes. Em Bahia, ele usou a frase Lula taxa. A gente planta, criticando tributação federal. Em Minas, vestiu uma peça com Libertas Quae Sera Tamen, referência histórica mineira.
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