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Michelle vira madrinha no DF de filha de réu do 8/1 que morreu na prisão

Michelle Bolsonaro faz apoio por celular a Luíza do Clezão, filha de réu do 8 de janeiro, em ato do PL no DF

10.jun.2026 - Luíza do Clezão liga para Michelle Bolsonaro em evento de sua pré-candidatura
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  • O PL apresentou Luíza do Clezão, filha de Clériston Pereira da Cunha – réu do 8 de Janeiro que morreu na prisão – como pré-candidata a deputada distrital no DF.
  • A morte de Clezão passou a funcionar como símbolo de críticas ao STF e às prisões relacionadas ao 8 de Janeiro, incorporando-se ao discurso do evento.
  • Michelle Bolsonaro participou por meio de vídeo ao vivo; não houve presença física no palanque, mas houve apoio de Bia Kicis e Damares Alves, presente no evento.
  • Michelle afirmou que Luíza é “voz de justiça” e que defenderá pautas da família e do movimento feminino do PL.
  • A candidata informou que Jair Bolsonaro não estava bem e permaneceu em casa para acompanhar o tratamento, enquanto Celina Leão apareceu no palanque ao lado de outros apoiadores.

O PL lançou Luíza do Clezão, filha de um réu do 8 de Janeiro que morreu na prisão, como aposta para deputada distrital no Distrito Federal. A escolha ocorre em meio a discurso pela anistia e críticas ao STF.

Luíza é filha de Clériston Pereira da Cunha, conhecido como Clezão, cuja morte ocorreu durante banho de sol no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, em novembro de 2023. A trajetória de Clezão ganhou notoriedade entre aliados da direita como símbolo de rejeição a prisões associadas aos acontecimentos de 8 de Janeiro.

Presença e apoios

Michelle Bolsonaro participou do evento por meio de vídeo ao vivo, sem aparecer no telão; o áudio foi o que repercutiu. Bia Kicis, pré-candidata ao Senado, e Damares Alves, com mandato até 2030, estiveram presentes ao palanque.

A ex-primeira-dama descreveu Luíza como uma *voz de justiça* e afirmou que a filha de Clezão representa pessoas que, segundo ela, enfrentam injustiças. Michelle também indicou que defenderá pautas ligadas à família e ao movimento feminino do PL.

Motivos declarados e saúde de Bolsonaro

Michelle afirmou que Jair Bolsonaro não estava bem o bastante para participar presencialmente, citando tratamento médico e uma nova crise de soluços após redução de medicamentos. Ela disse que não entrou oficialmente na campanha para cuidar do marido.

A governadora do DF, Celina Leão (PP-DF), subiu ao palanque e dividiu espaço com parlamentares como Magno Malta (PL-ES) e Marcos Pollon (PL-MS).

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