- Pesquisa do PoderData mostra que, entre os que se informaram, 48% apontam o governo Lula como responsável pelo escândalo do Banco Master, 32% citam o governo de Jair Bolsonaro e 20% não souberam responder.
- O levantamento ouviu 2.500 pessoas entre 30 de maio e 1º de junho, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
- Em relação à dengue, o Ministério da Saúde suspendeu a vacinação com o imunizante do Instituto Butantan, citando duas mortes suspeitas que poderiam estar ligadas à vacina.
- O governo informou que, em meio milhão de doses aplicadas, houve 42 casos de reações mais severas, três situações graves e dois óbitos, ainda sem relação de causalidade comprovada.
- O Gazeta Agora vai ao ar ao vivo às 16h30 no YouTube, com apresentação de Carla Lima e reportagens de Brasília.
O Gazeta Agora analisa uma pesquisa realizada pelo PoderData sobre quem o brasileiro aponta como maior responsável pelo escândalo envolvendo o Banco Master. A sondagem mostra que a maior parcela dos brasileiros atribui a culpa ao governo federal atual.
Entre os entrevistados que conheciam o assunto, 48% apontam o governo de Luiz Inácio Lula da Silva como responsável, enquanto 32% citam o governo de Jair Bolsonaro. Outros 20% não souberam responder.
A pesquisa foi realizada com 2.500 pessoas entre 30 de maio e 1º de junho, pelo PoderData, empresa de jornalismo do grupo Poder360. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança. O levantamento ganhou atenção após áudios envolvendo Flávio Bolsonaro e financiamento de filme sobre o ex-presidente.
Vacinação suspensa
O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira, a suspensão da campanha de vacinação contra a dengue com o imunizante do Instituto Butantan, em São Paulo. O governo federal afirma haver duas mortes suspeitas possivelmente ligadas à vacina.
O ministro da Saúde informou que, em meio milhão de doses aplicadas, foram identificados 42 casos de reações graves, com três situações graves e dois óbitos. Ainda não é possível confirmar relação de causalidade entre a vacina e esses casos, mas há necessidade de cautela e monitoramento.
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