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Nucleares ficaram fora da pauta durante visita de Xi Jinping à Coreia do Norte

Durante a visita de Xi a Pyongyang, armas nucleares ficam fora da pauta; China teme influência russa e novo encontro Trump-Kim

North Korean leader Kim Jong Un (centre R) shaking hands with China's President Xi Jinping (centre L) during a welcoming ceremony at Kim Il-sung Square in Pyongyang, June 8, 2026.
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  • Xi Jinping visitou a Coreia do Norte pela última vez em 2019, quando esforços internacionais para deter o programa nuclear estavam em curso.
  • China e a Rússia, aliados de Pyongyang, apoiaram sanções mais duras do Conselho de Segurança da ONU como parte da pressão liderada pelos EUA.
  • Naquele período, Kim Jong Un havia realizado dois encontros com Donald Trump, ainda no seu primeiro mandato na Casa Branca.
  • Ainda que o segundo encontro tenha terminado sem acordo, Xi expressou esperança de que o processo de desnuclearização pudesse continuar.
  • Xi elogiou Kim pelos supostos esforços de desnuclearização da península coreana.

Xi Jinping realizou uma visita à Coreia do Norte, em Pyongyang, em 8 de junho de 2026, numa missão de diálogo com Kim Jong Un. O encontro ocorre após anos de tensão associada ao programa nuclear e às sanções internacionais.

Historicamente, Pequim e Moscou têm sido parceiros próximos de Pyongyang, apoiando, no passado, medidas mais duras da ONU contra o regime. A visita de 2026 dialoga com esse histórico de alinhamento estratégico e pressão externa.

Na conjuntura atual, a China parece buscar equilíbrio entre manter sanções e favorecer uma diplomacia estável na península. O objetivo seria evitar nova escalada nuclear e preservar canais de comunicação com os Estados Unidos.

O episódio ocorre num momento em que a China observa a influência russa e a possibilidade de um novo encontro entre Trump e Kim, avaliando impactos regionais. O tom da visita sugere ênfase em cooperação multilateral e contenção de crises.

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