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Armas nucleares fora da agenda enquanto Xi Jinping se dirige à Coreia do Norte

Xi Jinping viaja a Pyongyang; Pequim teme influência russa e novo encontro Trump-Kim, enquanto a agenda nuclear fica fora da pauta

A grand welcome ceremony is held by the Democratic People's Republic of Korea (DPRK) for Chinese President Xi Jinping at the Sunan International Airport in Pyongyang, DPRK, June 20, 2019.
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  • Xi Jinping visitou a Coreia do Norte pela última vez em 2019.
  • Naquela época, esforços internacionais para frear o programa nuclear norte-coreano estavam em curso.
  • China e Rússia, aliados de Pyongyang, apoiaram sanções mais duras da Organização das Nações Unidas como parte da pressão liderada pelos EUA.
  • Kim Jong Un havia realizado duas cimeiras com Donald Trump; a segunda reunião terminou sem acordo.
  • Apesar disso, Xi expressou esperança de que o processo de desnuclearização continuasse e elogiou os esforços de Kim.

Xi Jinping está programado para visitar a Coreia do Norte, em meio a tensões sobre o programa nuclear do país. A visita ocorre após anos de cooperação entre Pyongyang e seus principais apoiadores, China e Rússia, que apoiaram sanções mais rígias da ONU.

A pauta não inclui avanços nucleares visíveis. Na época, as negociações sob pressão máxima lideradas pelos EUA buscavam limitar o programa de Kim Jong Un. Xi expressou, na visita anterior, o desejo de que o processo de desnuclearização siga adiante.

Quem está envolvido inclui Xi Jinping e Kim Jong Un, líderes da China e da Coreia do Norte, respectivamente. Também há referência aos encontros anteriores entre Kim e Donald Trump, que não renderam um acordo duradouro.

Quando e onde: a visita anterior ocorreu em 2019, com Xi sendo recebido em Pyongyang. O texto base descreve este momento como parte de um cenário de diplomacia atrelada a sanções e a uma estratégia de pressão internacional contra Seul e seus aliados.

Por que importa: a notícia sugere que, mesmo em meio a tentativas de cooperação, não havia consenso sobre avanços imediatos no desarmamento. A relação entre China, Rússia e Coreia do Norte permanece relevante para a geopolítica regional.

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