Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

EUA impõem novas sanções contra empresa de mineração e presidente de Cuba

EUA impõem novas sanções a Cuba, mirando empresa de mineração, setor de turismo e o presidente Miguel Díaz-Canel

26/02/2026 - Foto da cidade de Havana em Cuba. Foto: afroangelll/Pixabay
0:00
Carregando...
0:00
  • EUA anunciaram novas sanções contra Cuba, mirando a empresa de turismo Amistur Cuba, a joint venture Minera la Victoria e o presidente Miguel Díaz-Canel.
  • Também foram sancionados familiares de Díaz-Canel, autoridades do governo e entidades como as Forças Armadas Revolucionárias, o Instituto Cubano de Amizade com os Povos e os Comitês para Defesa da Revolução.
  • As autoridades americanas afirmaram que pessoas ou empresas que prestem serviços a essas entidades também podem ser sancionadas.
  • Cuba reagiu, com Díaz-Canel chamando as falas de Trump de ameaça e Bruno Rodríguez destacando a ilegitimidade da lista e a resistência de Cuba à intervenção.
  • O bloco econômico dos EUA contra Cuba se intensificou desde 2025, com sanções a petróleo em janeiro de 2026 que agravaram apagões, preços e oferta de alimentos em Havana.

Em novas sanções, EUA ampliam pressão econômica sobre Cuba, mirando empresas de mineração, turismo e o presidente Miguel Díaz-Canel. As medidas são adicionais a um conjunto de sanções que visam pressionar mudanças em Havana. A divulgação ocorreu nesta quinta-feira, 4 de junho, pelo Departamento do Tesouro.

Entre os alvos estão a Amistur Cuba, empresa de turismo, e a Minera la Victoria, joint venture entre Geominera, estatal cubana, e a australiana Antilles Gold. As sanções abrangem empresas com participação em setores-chave da economia cubana.

O governo norte-americano indicou que serviços prestados a essas entidades por bancos estrangeiros e outras empresas também podem ser sancionados. As ações seguem a linha de restrições anteriores já em vigor há décadas.

Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba, foi incluído na lista de sanções ao lado de sua esposa Lis Cuesta Peraza, do filho Manuel Anido Custa e outros integrantes do governo. Também constam no rol o Ministério das Forças Armadas Revolucionárias, o ICAP e os CDRs.

A nota oficial do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) detalha que toda transação envolvendo bens de pessoas sancionadas fica proibida para cidadãos e instituições norte-americanas ou que atuem sob a jurisdição dos EUA.

Cuba reage acusando atos coercitivos. Díaz-Canel afirmou que as falas de Donald Trump representam ameaça e criticou as sanções, classificando-as como unilaterais e prejudiciais ao povo cubano.

Bruno Rodríguez, ministro das Relações Exteriores de Cuba, destacou que a inclusão de diversas entidades em uma lista considerada ilegítima mostra um intento de intervenção. O chanceler reiterou que a resposta cubana será de unidade e resistência.

O governo cubano também rebateu a afirmação de Rubio sobre bloqueio de petróleo, citando uma ordem executiva de 2026 que autoriza tarifas a países que forneçam petróleo a Cuba. Em Havana, as autoridades ressaltam que a soberania do país está em jogo.

O bloqueio econômico endurecido pela administração atual ocorreu no fim de 2025, com novas restrições de transmissão naval ligadas à Venezuela. Em janeiro de 2026, Washington ampliou a ameaça de sanções a vendedores de petróleo para Cuba.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais