Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Professora diz que Silvia Abravanel disputar vice é mau sinal para a democracia

Cientista política vê indício de desinstitucionalização de partido e mau sinal para a democracia ao discutir vice de Caiado ligado ao voto feminino

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • Graziella Testa, professora da Universidade Federal do Paraná, afirmou ao UOL News que a possível escolha de Silvia Abravanel como vice de Ronaldo Caiado expõe problemas internos dos partidos para abrir espaço a mulheres.
  • Ela diz que o nome da apresentadora, filha de Silvio Santos, pode funcionar como estratégia para atrair o eleitorado feminino, mas levanta dúvidas sobre a lógica de seleção e o funcionamento do PSD.
  • Testa classifica a prática como sintoma de desinstitucionalização de partido político, o que, na visão dela, é um mau sinal para a democracia.
  • A pesquisadora aponta que o voto feminino pode influenciar disputas apertadas, mas afirma que o gargalo está nos próprios partidos, não no eleitorado.
  • Questiona por que o partido não busca uma mulher com relevância eleitoral já dentro da legenda, em vez de optar por alguém de fora.

A possível indicação de Silvia Abravanel como vice na chapa de Ronaldo Caiado, apoiada pelo PSD, motivou avaliações sobre o espaço das mulheres na política. A proposta aparece em meio a sinais de interesse em ampliar a atratividade eleitoral em diferentes segmentos.

A análise é da cientista política Graziella Testa, professora da UFPR. Ela afirma que a cotação da apresentadora, filha de Silvio Santos, pode ter função estratégica para conquistar o eleitorado feminino. Contudo, aponta dúvidas sobre a lógica de seleção e o funcionamento interno da legenda.

Testa sustenta que a busca por uma mulher na chapa está ligada ao peso do voto feminino e à rejeição a agendas da direita radical. Segundo ela, eleições recentes mostraram que esse eleitorado pode decidir disputas apertadas. Ela também destaca que o gargalo político não está no eleitorado, mas nos partidos.

> Ao se colocar alguém de fora, surgem questionamentos sobre a representatividade interna do partido e a possibilidade de abrir espaço para quadros já experientes dentro da própria legenda, aponta Testa. Ela afirma que há necessidade de entender as motivações da escolha e o impacto na institucionalidade partidária.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais