- Caiado, pré-candidato à presidência pelo PSD, comenta negociações com Romeu Zema para uma composição no Planalto, mantendo também a própria candidatura.
- A declaração foi feita durante agenda no Rio Grande do Sul, no lançamento da chapa apoiada pelo PSD ao governo do estado.
- O objetivo é evitar a desagregação da centro-direita e manter harmonia no eventual segundo turno para não prejudicar o projeto de vencer o PT.
- O PSD trabalha com dois cenários: tentar acordo antes do primeiro turno ou, se não for possível, alinhar-se no segundo turno.
- O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, admite a possibilidade de uma chapa puro-sangue (presidente e vice) da sigla, decisão a ser tomada em julho.
O pré-candidato à Presidência e ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, participou de uma agenda no Rio Grande do Sul, vinculada ao lançamento da chapa apoiada pelo PSD ao governo gaúcho. Ele mantém a pré-candidatura própria à Presidência.
Caiado comentou sobre as negociações com Romeu Zema, do Novo, para uma composição no Palácio do Planalto. A leitura dele é de dialogar, buscando evitar a desagregação da centro-direita e manter o projeto majoritário.
O ex-político afirmou que as conversas seguem para mapear caminhos, com foco em um acordo antes do primeiro turno ou, se não viável, no segundo turno. A reunião interna aponta para a construção de um alinhamento que não retire força ao movimento.
Cenários do PSD
O PSD trabalha com dois cenários para a disputa presidencial. Em um deles, haveria chapa com Caiado e candidato a vice, compondo espaço próprio. Em outro, uma entrada de alianças que preserve unidade da centro-direita, ainda sem definição final para julho.
Entre na conversa da comunidade